De Assunção – O Brasil é um celeiro de boas centrais no vôlei feminino. E mais um nome se destacou na seleção na última semana nos Jogos Pan-Americanos Júnior Assunção-2025. Juliana Gandra, a Juju, foi a capitã da equipe brasileira no Paraguai e teve boas atuações. Ao final da competição, ela sai com a medalha de ouro e os prêmios de melhor bloqueadora e MVP do Pan Júnior.
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Após a final, Juju parecia ainda não acreditar no que estava acontecendo. Ao falar com os jornalistas brasileiros em Assunção, ela comentou que tudo aquilo ainda parecia um sonho. “Estou me sentindo realizada. Acho que é o sonho de toda atleta estar aqui. E para mim não é diferente. Era meu sonho estar na seleção e parecia uma coisa muito distante. Mas estou muito feliz com a conquista do título. Principalmente por todo mundo da equipe, por termos feito o nosso melhor e ter sido o suficiente para ganhar o título. E individualmente também estou muito feliz pelos prêmios”, disse a atleta.
Liderando o time
Além de ser a capitã da seleção brasileira sub-23 em Assunção, Juju também liderou o time nas estatísticas. Ela foi a maior pontuadora da equipe com 40 pontos, sendo 19 de ataque, 16 de bloqueio e cinco aces. A central também foi a melhor bloqueadora dos Jogos Pan-Americanos Júnior, assim como a quarta melhor sacadora.
Juju Gandra já é um nome bastante conhecido do voleifã. Ela joga no Sesc Flamengo e já teve atuações de destaque na Superliga. Com o ouro em Assunção, a central está empolgada para a próxima temporada com o clube. “Como eu falei, por estar representando essa camisa tão pesada do Brasil, a gente quer dar o nosso melhor. Eu tô muito feliz com minha atuação e por ter ganhado o prêmio. Só dá mais gás ainda para vir forte na temporada e esperar as próximas oportunidades com a seleção para eu poder ajudar da forma que for possível”, afirmou a central rubro-negra.