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Pequim-2008: O início da história olímpica de Duda Amorim

Blog 7 Metros começa série especial sobre a trajetória de Duda Amorim, principal atleta da história do handebol brasileiro, em Jogos Olímpicos

Pequim-2008: O início da história olímpica de Duda Amorim

Em série especial no blog 7 Metros, Duda Amorim nos contará como foi cada participação nos jogos e quais são os planos pós Tóquio 2020. Para começar, Pequim-2008, Olimpíada de estreia da armadora.

+ A história de Duda Amorim até sua primeira olimpíada

As inspirações

Apesar de dividir a posição com a Aline “pateta”, a ponta esquerda Idalina Mesquita, a Daly, foi quem inspirou Duda a integrar na posição e também na equipe, o que ajudou nesse início da jornada, início da história olímpica da atleta. Já Blizonva, a armadora direita da Rússia, foi a inspiração internacional para Duda.

“Ela era da mesma geração que a minha e já jogava extraordinariamente bem. Fez seis gols na final”, recorda Duda.

Jogo de destaque

Apesar de ter tido pouca participação nos jogos, um especial foi o jogo contra a Hungria, no qual a Duda fez 11 gols. Esse jogo não só ficou marcado na sua carreira como também acabou ajudando na transferência ao Gyor.

Duda Amorim em jogo pela seleção brasileira

Desempenho da seleção

Nos jogos de Pequim 2008 o Brasil acabou deixando a competição ainda na fase de grupos, ficando em nono lugar na classificação geral. Duda acredita que foram nos detalhes que a nossa seleção não conseguiu chegar mais longe, pois fizeram bons jogos.

Anteriormente, na fase de grupos, o Brasil havia ganhado da Coreia do Sul e empatado com a Hungria, times que fizeram o jogo de disputa da medalha de bronze. Duda Amorim lembra que durante esse jogo relembrou que foram dois times que fizemos bons jogos e que a seleção poderia ter chegado mais longe.

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Aprendizados de Pequim 2008

Pessoalmente para Duda, o foco foi o grande diferencial dos jogos de 2008 para 2012.

“Na minha primeira olimpíada tudo era muito novo, toda experiência era máxima, estava admirada com o evento e por participar do evento. Posso dizer que estava nas nuvens.” relembra Duda Amorim.

Posteriormente, na edição de Londres 2012, a equipe já tinha sofrido algumas mudanças e foi um campeonato mais focado, no qual o time optou por não participar da abertura, por exemplo. Duda relembra que tinha se prepararado muito mais, principalmente fisicamente.

Confira como foi a trajetória de Duda e da seleção brasileira em Londres 2012 no próximo capítulo da série.

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