Após a derrota da seleção brasileira masculina para a Eslovênia por 3 sets a 0, com parciais de 27/25, 25/17 e 25/20, pela Liga das Nações de Vôlei (VNL), o líbero Douglas Pureza fez uma análise da atuação da equipe. Em sua primeira oportunidade em quadra, o jogador destacou que o Brasil precisa evoluir em aspectos técnicos e, principalmente, na postura dentro de quadra para voltar a vencer após a terceira derrota consecutiva.
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Pureza avaliou que a seleção ainda deixa escapar momentos importantes das partidas e apontou que a equipe precisa demonstrar mais energia durante os jogos. Segundo o líbero, esse fator pode fazer diferença nos detalhes que têm decidido os sets a favor dos adversários.
“Eu acho que a gente pode melhorar diversas coisas. Mas eu acho que um pouco mais da nossa motivação ali, nossa energia, de cada um ali dentro de quadra, eu acho que precisa ser um pouquinho melhor”, afirmou.
Foco na reação diante do Canadá
Com pouco tempo de preparação para o próximo jogo, o líbero ressaltou que a equipe precisa utilizar a derrota como aprendizado para buscar uma resposta diante do Canadá. Segundo ele, o Brasil tem esbarrado em pequenos detalhes, principalmente nos momentos iniciais e finais dos sets.
“O que fica é isso. Eu acho que isso é uma lição pra que a gente amanhã tenha um tempo muito curto pra jogar contra o Canadá e pra que a gente consiga jogar melhor. A gente tá chegando ali, batendo um pouco na trave, tá faltando uns detalhes durante o set, o início do nosso set e no final de set, pra que a gente consiga efetivar a nossa vitória do set e consequentemente do jogo”, concluiu.
Estreia em quadra
Apesar do resultado negativo, Douglas celebrou a oportunidade de atuar pela primeira vez em uma partida da VNL. O líbero afirmou que viveu um momento especial ao poder contribuir dentro de quadra, destacando a parceria com o também líbero Maique.
“É um mix de sensações. Acho que primeiro eu tô muito feliz pela minha primeira oportunidade, estando em quadra, numa VNL, poder ajudar efetivamente o time de dentro da quadra. Eu venho me dedicando muito durante os treinos e eu tô ali pro que precisar, pro que o Bernardo precisar, pro que o Maique precisar. Eu acho que a gente tem uma cumplicidade ali muito legal. Torço muito por ele e acho que ele torce muito por mim também quando eu tiver a minha oportunidade”, comentou.
Ao mesmo tempo, Douglas reconheceu a frustração pelo momento vivido pela seleção brasileira, que voltou a apresentar dificuldades durante a partida contra a Eslovênia.
“Eu fico muito feliz, mas um pouco chateado também porque a nossa performance não vem sendo tão boa. Hoje também a gente pecou um pouco em algumas situações”, disse.
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