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Zé Roberto avalia evolução do Brasil e projeta time titular contra a Bulgária



Após o segundo triunfo em Brasília, Zé Roberto comentou a situação de Ana Cristina e deu pistas sobre a formação que deve enfrentar a Bulgária



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Crédito: Patricy Albuquerque/CBV

Após a segunda vitória consecutiva do Brasil na Liga das Nações de Vôlei (VNL), José Roberto Guimarães indicou qual deve ser o caminho da Seleção para a sequência da competição. Depois do triunfo por 3 sets a 1 sobre a República Dominicana, nesta quinta-feira (4), em Brasília, o treinador analisou a atuação da equipe e projetou o confronto contra a Bulgária.

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Em entrevista ao Olimpíada Todo Dia, Zé Roberto comentou sobre o planejamento para os próximos compromissos da seleção. O principal tema foi a formação que deve ser utilizada diante da Bulgária, adversária deste sábado (6), às 11h, em Brasília.

“Nós pensamos em começar com a Ana Cristina hoje exatamente para aproveitar o aquecimento e para ela poder ir se ambientando. Ela não jogou tanto essa temporada e precisa rodar um pouquinho mais, mas também está voltando de contusão e a gente tem que tomar determinados cuidados”, explicou o treinador.

Ana Cristina retornou recentemente após se recuperar de uma lesão no joelho que a afastou das quadras por cerca de cinco meses. Durante a reta final da temporada pelo Fenerbahçe, a ponteira teve participação limitada, tanto pelo processo de retorno físico quanto pelas regras da liga turca, que restringem o número de estrangeiras relacionadas para as partidas. Contra a Holanda, na estreia, a brasileira atuou durante três sets. Já diante da República Dominicana, permaneceu em quadra por duas parciais antes de ser preservada.

Encontrando o ritmo

Para Zé Roberto, a sequência de jogos da VNL é importante justamente para acelerar o processo de adaptação da equipe.

“A ideia é mexer pouco no time, não é mudar o time inteiro. Eu sempre fico com o pé atrás, pode ser quem estiver do outro lado, mas a gente teve poucas oportunidades de jogar esse ano. Esse é o segundo jogo do ano que a gente faz. Nós não jogamos amistosos”, afirmou.

O treinador destacou ainda que outras seleções chegaram à VNL com maior rodagem competitiva, algo que o Brasil busca compensar durante a própria competição.

“Holanda teve a possibilidade de fazer amistosos, Alemanha, Turquia, Itália. São jogos importantes para a gente ajustar o time. Uma coisa é você treinar, outra coisa é jogar com placar, torcida, adrenalina. Tudo muda. Então é importante que elas se acertem e que tenham um tempo maior de quadra”, completou.

Paulista em terras mineiras. Jornalista pela Universidade Federal de Minas Gerais. Apaixonado por esportes.

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