Neste domingo (14), aconteceu a final do Mundial de Clubes de vôlei feminino em São Paulo. Em um duelo italiano, o Savino del Bene Scandicci levou a melhor e venceu o Imoco Conegliano por 3 sets a 1. Craque da equipe vice-campeã, a ponteira brasileira Gabi Guimarães disse ter ficado frustrada com a derrota. Mas ela também saiu de quadra emocionada com o carinho que recebeu do público ao longo da competição.
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O Imoco Conegliano perdeu uma série de set points no início do jogo, chegando a liderar a primeira parcial por 24-20. Mas o Scandicci conseguiu a remontada para dar início à conquista do seu primeiro título mundial. “É frustrante a gente não conseguir vencer a partida de hoje. A gente teve muitas oportunidades, principalmente no primeiro set. Acho que se a gente tivesse fechado aquele primeiro set, talvez teria sido uma história diferente. Mas é um aprendizado grande, jogando contra grandes equipes, a gente tem que aproveitar melhor para poder finalizar o set e a partida”, avaliou Gabi após a partida.
Ao término da competição, Gabi Guimarães estava em um misto de sentimento. Havia a frustração por ter perdido a final, mas também tinha espaço para a emoção de quem causou frisson a semana inteira no Ginásio do Pacaembu. “Estou muito emocionada com o carinho do público brasileiro. Eles torceram por mim desde o começo do campeonato. Agora na final, principalmente, eu fico triste de não conseguir sair daqui com essa medalha de ouro. Tive a oportunidade de jogar na frente dos meus familiares, meus amigos. Enfim, fica uma aprendizado muito grande pra gente”, comentou.
Continuação da temporada

Apesar do bom desempenho na Liga Italiana, onde é o líder, o Imoco Conegliano perdeu suas primeiras finais da temporada. A Supercopa ficou com o Milano, enquanto o título mundial foi para o Scandicci. Para Gabi, o time precisa ter mais consistência para vencer os próximos campeonatos na temporada. “Esse é o segundo torneio que a gente perde. Era muito importante pra gente essa competição. Então
que a gente consiga se reerguer e entender que ainda falta muito. Pelo alto nível que tem hoje no voleibol mundial, a gente precisa correr muito atrás, porque ainda falta. A gente precisa de ser mais consistente”, avaliou.