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Natinha e Adenízia querem medalha inédita para o Praia Clube no Mundial



Natinha e Adenízia querem manter desempenho forte contra o Scandicci para a disputa do bronze do Mundial de Clubes de vôlei feminino



O Dentil Praia Clube pode conquistar um resultado inédito neste domingo (14). O time de Uberlândia já ficou três vezes no quarto lugar do Mundial de Clubes de Vôlei Feminino. E agora, o clube irá lugar novamente disputar a medalha de bronze na competição. A capitã Adenízia e a líbero Natinha falaram sobre a expectativa para a partida.

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Na semifinal, o Dentil Praia Clube encarou o Savino del Bene Scandicci, da Itália. A equipe italiana tinha o favoritismo, mas o Praia vendeu caro a vitória, jogando muito bem nos dois primeiros sets. “Eu saio triste porque eu queria estar muito nessa final. Mas eu saio orgulhosa. O time lutou e tentou. Não deixou se abater nenhum momento. Eu acho que esse é o caminho para a gente levar para a amanhã e buscar uma medalha. E também para o resto da temporada. Essa medalha de amanhã vale muito para gente”, avaliou a central Adenízia.

Um dos destaques do jogo foi a líbero Natinha. Ela fez ótimas defesas, principalmente contra Ekaterina Antropova, oposta do Scandicci e considerada uma das melhores atacantes do voleibol mundial. “Eu vou falar que na minha cabeça eu só fico pensando: ‘eu tenho que subir a bola dessa mulher’. E é totalmente nessa energia durante o jogo. A gente treina todo dia para isso, mas é muito gostoso quando você consegue subir uma jogadora como a Antropova”, afirmou a medalhista olímpica.

Fazer história

O Praia nunca ganhou uma medalha no Mundial de Clubes de vôlei feminino. Assim, as jogadoras do time estão focadas em conseguir o resultado inédito no domingo. “A gente veio para o jogo de hoje sabendo de toda a dificuldade. Elas estão entre os melhores times do mundo. Então a gente veio para fazer nosso trabalho, dar o nosso melhor. Para amanhã é vir com o mesmo espírito e levar a medalha pra Uberlândia”, avaliou Natinha.

É o Praia conta no elenco com gente que sabe jogar uma decisão de Mundial de Clubes. Adenízia estava em 2012 no Osasco, quando o time foi o último brasileiro a vencer a competição. E como capitã, ela tem uma mensagem para o restante da equipe: “Eu to pronta pra fazer história. E é o que vou colocar na cabeça dessa meninas de hoje para amanhã. A gente pode!”

Jornalista formado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e viciado em esportes

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