A volta da bicampeão olímpica Jaqueline às quadras, aos 41 anos, é a principal notícia da Superliga B. Porém, o Pinheiros não é o único clube tradicional que estará em quadra na segunda divisão nacional do vôlei feminino. O São Caetano também esta na disputa e com objetivo claro: conquistar a promoção para a elite do campeonato brasileiro. O torneio oferece duas vagas e reúne 14 times na briga pelo acesso. A equipe do ABC faz sua estreia nesta terça-feira (9) diante do Sesi Bauru, às 19h, no CAT Sesi Bauru, em partida válida pela segunda rodada, e conta com técnico experiente na missão.
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“A Superliga vai ser difícil, equilibrada. Algumas equipes aumentaram os investimentos e renovaram os planteis, além de equipes que vieram da Superliga A e outras da Superliga C. Mas vamos com tudo em busca da vaga (para a Superliga A) e tentar lotar o ginásio nos jogos em casa”, afirmou Ricardo Amendola, treinador do São Caetano, que tem experiência na disputa da Superliga B. Ele conquistou o acesso sendo campeão invicto da competição em 2023 como técnico do ADC Bradesco, time sediado em Osasco e que optou por não disputar a elite do vôlei brasileiro mesmo com a vaga garantida.
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Estreia em casa só em 2026
A estreia do São Caetano como mandante na Superliga B está marcada para 6 de janeiro de 2026, contra Chapecó. Para esse duelo, o time do ABC contará com apoio fundamental da torcida, que costuma lotar o ginásio Milton Feijão em todas as temporadas. No feminino, participam da segunda divisão da competição nacional as seguintes equipes: Pinheiros, Ascade, Abel Moda Vôlei (Brusque), Realizar, São Caetano, Mampituba, Pinhalense Zagonel, Sesi Bauru, Asa Alumínio Vôlei, Londrina Vôlei, Ceará SC, Recife Vôlei, Flamengo e Prefeitura de Chapecó/ACV/Unoesc.
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A fase classificatória da Superliga B será disputada em turno único. As oito melhores avançam aos playoffs, que terão séries em melhor de dois jogos, com possibilidade de golden set para desempate. As semifinais serão definidas em melhor de três, enquanto a decisão acontecerá em duelo único. O nome mais conhecido do São Caetano na competição será a líbero e capitã Ju Paes, de 31 anos. A experiente defensora tem passagens por clubes como Macaé (RJ), Sesi-SP, Pinheiros (SP), Rio do Sul (SC), Brasília (DF) e Tijuca (RJ). Ela também vestiu a camisa do Brasil na base e foi campeã mundial sub-23 em 2015.