O Campeonato Mundial de Vôlei Feminino 2025 promete reunir algumas das maiores estrelas do esporte em busca da glória na Tailândia. Entre veteranas consagradas e jovens talentos, selecionamos dez jogadoras que prometem brilhar e podem ser decisivas no torneio.
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Paola Egonu (Itália)
Nome já consolidado no cenário mundial, Egonu é uma das atacantes mais letais do vôlei. MVP em competições internacionais e símbolo da seleção italiana, a oposta chega ao Mundial com a missão de recolocar a Itália entre as favoritas após uma fase de altos e baixos.
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Tijana Boskovic (Sérvia)
Eleita diversas vezes MVP em competições internacionais, Tijana Boskovic é considerada uma das maiores opostas da história do vôlei. Com potência impressionante no ataque e saque agressivo, lidera a Sérvia, atual bicampeã mundial (2018 e 2022), e chega à Tailândia como uma das grandes candidatas ao título de melhor jogadora do torneio.
Gabi (Brasil)
Capitã da seleção brasileira, Gabi é líder técnica e emocional da equipe. Reconhecida mundialmente como uma das melhores ponteiras, combina ataque, defesa e regularidade. Depois da prata em 2022, ela busca levar o Brasil ao título inédito, assumindo papel central na campanha verde-amarela.
Isabelle Haak (Suécia)
Principal nome da história do vôlei sueco, Haak se destacou nos últimos anos em clubes de elite, como o VakifBank. Sua força ofensiva é o motor da seleção sueca, que busca espaço entre as grandes potências. No Mundial, Haak tem a chance de consolidar ainda mais sua carreira internacional.
Jordyn Poulter (Estados Unidos)
Campeã olímpica em Tóquio, a levantadora norte-americana é peça-chave na engrenagem da seleção dos EUA. Com visão de jogo refinada e distribuição precisa, Poulter tem papel determinante para manter os Estados Unidos no patamar de potência mundial.
Melissa Vargas (Turquia)
Naturalizada turca, a oposta é dona de um dos ataques mais potentes do mundo. Foi MVP da VNL 2023 e segue como principal arma ofensiva da Turquia. Sua capacidade de decidir jogos a coloca como ameaça real para qualquer adversário.
Li Yingying (China)
A ponteira chinesa é considerada uma das jogadoras mais completas da atualidade. Com potência ofensiva e consistência na recepção, retorna à seleção após ausência na Liga das Nações de 2025. Li já foi protagonista em conquistas importantes e é vista como a principal referência da renovada China.
Júlia Kudiess (Brasil)
A central de apenas 22 anos é uma das jovens promessas do voleibol mundial. Destaque no bloqueio e no saque, Júlia tem evoluído rapidamente sob o comando de José Roberto Guimarães. Sua presença no Mundial reforça a expectativa de que será peça-chave na briga do Brasil pelo topo.
Magdalena Stysiak (Polônia)
Com apenas 24 anos, Stysiak já é a referência ofensiva da Polônia. A oposta se notabiliza pelo volume de jogo e regularidade em momentos decisivos. No Mundial, será o ponto de apoio de uma seleção que sonha em voltar a figurar entre as melhores.
Mayu Ishikawa (Japão)
Símbolo do estilo ágil e técnico japonês, Ishikawa é uma ponteira habilidosa, veloz e decisiva. Além de atacar com precisão, contribui na defesa e no passe. Sua liderança será vital para o Japão manter a tradição de boas campanhas em Mundiais.