Na chegada ao Brasil, um dia depois da derrota para a Itália na final da Liga das Nações, Gabi fez um desabafo e se disse frustrada com o resultado, mas também fez uma análise técnica dos erros cometidos pela seleção brasileira. Ela destacou o baixo aproveitamento nos contra-ataques como fator determinante para o vice-campeonato.
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“Acho que ficou claro que o que faltou realmente foi o ataque, principalmente nos contra-ataques. A gente teve uma efetividade muito baixa, especialmente nas extremidades”, afirmou a ponteira. Para ela, o sistema defensivo funcionou bem, mas o Brasil não conseguiu converter as oportunidades criadas em pontos.
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Gabi elogiou o sistema de bloqueio e defesa da equipe, que, segundo ela, foi um dos grandes trunfos da campanha na VNL. No entanto, reconheceu que a seleção não foi eficiente nos momentos decisivos da partida: “O nosso baixo rendimento no contra-ataque não nos proporcionou conseguir apertá-las ainda mais”.
A jogadora também destacou a força da seleção italiana, atual campeã olímpica, e reforçou que o Brasil precisa ser mais eficiente e consistente para vencer adversários desse nível. “A Itália é um time que erra muito pouco, que não te dá pontos de graça e tem um sistema defensivo muito forte. Para vencê-las, temos que aproveitar todas as oportunidades”, explicou.
Entre os pontos de melhoria, Gabi citou a necessidade de diversificar o jogo ofensivo: “Precisamos buscar cada vez mais variações: jogar mais com pipe, contra-ataques rápidos, bolas mais curtas. A gente precisa jogar com muita consistência, principalmente nas fases finais e nos jogos decisivos”.