Agressividade! A capitã Gabi repetiu essa palavra duas vezes em discurso de 35 segundos antes do jogo decisivo pela Liga das Nações (VNL) de vôlei feminino. A ponteira da seleção brasileira expressou seu ponto de vista sobre o confronto com a Alemanha pela fase de quartas de final do torneio. A partida acontecerá nesta quinta-feira (24), às 15h (horário de Brasília), em Lodz, na Polônia, país-sede da etapa final do evento. No período de classificação, o Brasil enfrentou dificuldades diante da equipe alemã, mas venceu por 3 sets a 2, na primeira semana do campeonato com jogos realizados no Rio de Janeiro.
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“A expectativa é grande. A primeira partida contra Alemanha foi muito difícil. A gente teve tempo para se preparar com muitos estudos e, principalmente, parte técnica e física. Sinto o time bem preparado, focado. A gente sabe que não vai ser fácil porque a Alemanha cresceu durante a competição e tem jogadoras experientes. Mas é o que a gente vem falando na VNL: o mais importante é o nosso crescimento, a agressividade. Agressividade, principalmente, durante toda a partida. É impor nosso saque, com bloqueio e defesa funcionando bem. Muita confiança, assertividade e não errar tanto”, afirmou Gabi.
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Reencontro com a Alemanha
O enfrentamento do Brasil com a Alemanha não será inédito na Liga das Nações deste ano. Na primeira semana do evento, na etapa do Rio de Janeiro, a seleção brasileira sofreu, mas superou a alemã em cinco sets no ginásio do Maracanãzinho. Naquele embate, as jogadoras dirigidas por Zé Roberto ganharam em séries de 25/23, 21/15, 23/25, 25/20 e 15/8. Na ocasião, a ponteira Ana Cristina foi a líder em acertos do jogo, com 21 pontos. Porém, ela está fora desse duelo e do restante da temporada de seleções após passar por procedimento cirúrgico no joelho esquerdo. A atleta deve voltar em três ou quatro meses.
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De olho neste confronto, o técnico Zé Roberto anunciou a lista com as 14 jogadoras que representarão o Brasil. Com 15 atletas disponíveis, o treinador optou por deixar fora a central Luzia e selecionou quatro opostas, posição em que ninguém ainda se firmou como titular. Rosamaria é quem tem mais chances de ser a escolhida para iniciar o jogo, mas Tainara, Jheovana e Kisy brigam pela vaga. A camisa 7 é a mais cotada por ter sido a escolhida pelo comandante nos principais jogos e também pela experiência de ter ocupado a posição de titular nos Jogos Olímpicos de Paris-2024.