O Brasil conquistou nesta quinta-feira (26) a quarta vitória consecutiva na Liga das Nações de vôlei masculino (VNL). Desde a derrota para Cuba, na segunda rodada da primeira semana, a seleção brasileira não sabe mais o que é perder. Após bater o Canadá na abertura da etapa de Chicago, nos Estados Unidos, os comandados do técnico Bernardinho confirmaram favoritismo e fizeram 3 sets a 0 na China, parciais de 25/22, 25/16 e 25/23. O oposto Alan finalizou o confronto com a liderança na pontuação, com 17, seguido de perto pelo ponteiro Honorato, segundo ao marcar 14.
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Com o resultado positivo diante dos chineses, o Brasil somou mais três pontos na VNL e chegou ao quinto triunfo em seis confrontos. Desta forma, o time capitaneado pelo central Flávio assumiu, de forma provisória, a liderança da Liga das Nações, se aproveitando do dia de folga da Polônia, única invicta até o momento. Com essa campanha surpreendente, já que a seleção brasileira passa por etapa de renovação, os atletas dirigidos por Bernardinho chegam embalados para os duelos contra dois gigantes: Itália, neste sábado (28), e Polônia, no domingo (29), ambos às 18h (horário de Brasília).
Começo forte do Brasil em saque e bloqueio
Brasil iniciou melhor que a China na partida com imposição na relação saque (3 a 1) e bloqueio (4 a 1). Somando os dois fundamentos, os atletas dirigidos por Bernardinho marcaram sete pontos contra apenas dois dos rivais. As duas seleções tiveram desempenho similar em acertos em ações ofensivas: 14 a 14. A seleção brasileira cometeu dois erros a mais, entregando seis pontos de graça aos chineses, que só deram quatro ao time verde-amarelo. No aspecto individual, os protagonistas foram Alan e Honorato, ambos com seis pontos. O oposta fez três em tocos e um ace. Já o ponteiro marcou um direto de saque.
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No segundo set, o Brasil ganhou com mais facilidade. Isso aconteceu porque cresceu ofensivamente, neutralizou melhor os ataques da China, com desempenho elevado do sistema defensivo, e maior consistência, reduzindo bastante o número de erros. Foram quatro pontos a mais atacando da seleção brasileira (16 a 12), com destaque para Alan, com seis, todos os acertos dele na parcial. As duas equipes ficaram iguais em bloqueios (2 a 2) e o Brasil ganhou em aces (2 a 0). Já nos erros, os comandados de Bernardinho falharam apenas duas contra cinco. Lukas Bergmann ajudou com quatro pontos.
Queda no ritmo, mas recuperação para fechar em 3 a 0
Com 2 a 0 na dianteira, a seleção brasileira diminuiu o ritmo e permitiu crescimento da China. Aos poucos, o levantador Fernando Cachopa e seus companheiros voltaram ao jogo. Com mais concentração e, após boa parte do tempo atrás, empataram em 21 a 21 com bloqueio de Flávio. Os chineses falharam no ataque e o selecionado verde-amarelo passou à frente em 23 a 22. Alan foi acionado no ataque e os comandados de Bernardinho chegaram aos match point: 24 a 23. E o jogo acabou em 25 a 23 com ace de Adriano, que entrou só para sacar e foi eficiente.
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A superioridade do Brasil foi maior em ações ofensivas, com cinco de vantagem: 18 a 13. Honorato e o central Judson brilharam neste fundamento, ambos com cinco acertos. A seleção brasileira foi melhor também em bloqueios, com 2 a 0 em tocos. A China evoluiu no sistema defensivo e ameaçou mais por causa dos erros em excesso do time verde-amarelo: 9 a 4. No total, a equipe dirigida por Bernardinho ganhou nos ataques por nove (48 a 39), em bloqueios por cinco (8 a 3) e em aces por quatro (6 a 2). O principal destaque chinês foi o oposto Z. H. Wen, com 15 pontos.