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O ponteiro Renan Bonora é de Campinas e jogará no Vôlei Renata

Vôlei

Superliga terá 14 atletas locais atuando em times de ‘casa’

Cinco homens e nove mulheres terão a chance de defender equipes de sua cidade natal na próxima temporada

O ponteiro Renan Bonora é de Campinas e jogará no Vôlei Renata (Pedro Teixeira/Vôlei Renata)

Superliga terá 14 atletas locais atuando em times de ‘casa’

A participação em uma edição da Superliga é um feito importante para a carreira de qualquer atleta de vôlei. No entanto, esta experiência pode ainda ser potencializada se o time em questão for sediado na cidade natal desse jogador. Esse sentimento especial será vivido por pelo menos 14 atletas nesta próxima temporada.

Entre os homens serão cinco jogadores a vestirem a camisa de uma equipe da terra natal. O ponteiro Renan Bonora, do Vôlei Renata (SP), de 24 anos, já participou da elite do vôlei nacional por outras equipes, porém agora se prepara para defender o clube que o revelou para o esporte. Ele estará ao lado de outro natural de Campinas (SP), o líbero Pedrinho.

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“Estou muito feliz em defender um clube da cidade de Campinas. É praticamente a minha segunda casa e eu tenho muitos objetivos a cumprir aqui. Pretendo dar o meu máximo para ajudar a equipe a conquistar títulos”, comentou Bonora.

Completam a lista no masculino o oposto Otávio e o levantador Jean, dois atletas do estreante na competição, o Azulim/Gabarito/Uberlândia (MG), naturais da cidade mineira. Já o ponteiro Luís Felipe Pantaleão, de 22 anos, participará de uma Superliga pela primeira vez, e logo na estreia defenderá o Vedacit/Vôlei Guarulhos (SP), cidade onde vive desde os dois anos de idade.

Nove mulheres estão em “casa”

A levantadora Pri Heldes abre a lista no feminino que conta com nove nomes. A atleta, que é natural de Belo Horizonte (MG), já disputou a Superliga por clubes de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Distrito Federal. Agora recém-contratada pelo Itambé/Minas (MG), a atleta voltará a defender um clube da capital mineira depois de oito anos, quando jogou pelo Mackenzie (MG) por cinco temporadas.

Pri Heldes acerta com o Minas
Pri Heldes é reforço do Minas para a temporada (Divulgação Minas)

“Voltar para Belo Horizonte é uma oportunidade única para mim. Há um tempo eu queria voltar, mas ainda não tinha aparecido esta chance. Estar perto da família e tê-los presentes no meu dia a dia não tem preço. Tenho certeza de que será uma temporada muito especial para mim. Comecei a jogar no colégio, e depois fui para o Mackenzie, fiquei lá até os 19 anos. Regressar à minha cidade e defender um clube daqui é uma experiência muito bacana”, disse Pri Heldes.

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Dois clubes contarão com três atletas nativas. O recém promovido São José dos Pinhais (PR) contará com a central Jéssica Drapalski, a líbero Rayani Pichorim e a levantadora Cibele Carbonar, todas oriundas da cidade vizinha à capital paranaense.

Já Vôlei Brasília, que volta à elite nesta temporada, terá três atletas nascidas no Distrito Federal: as levantadoras Letícia e Vivian e a central Geovana. No Sesc RJ Flamengo, a única carioca da gema é a jovem central Lívia, enquanto a central Mayhara, atuará em casa no Sesi Bauru.

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