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Vôlei

Apesar de campeão, Rio de Janeiro fica sem jogadoras na seleção da Superliga

Apesar de campeão, Rio de Janeiro fica sem jogadoras na seleção da Superliga

A Superliga feminina de vôlei foi encerrada no último domingo (23) com o super clássico entre o Rexona-Sesc (RJ) e o Vôlei Nestlé (SP) que terminou com vitória das cariocas por 3 sets a 2. Foi o 12º título da equipe do treinador Bernardinho. Com o fim da edição 16/17, a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) divulgou, nesta terça-feira (25), a seleção da competição feminina.

Estão na lista as jogadoras mais eficientes em cada posição de acordo com as estatísticas oficiais da competição. A equipe conta com grupo mesclado entre jogadoras brasileiras e estrangeiras.

A seleção feminina da Superliga é formada pelas seguintes jogadoras:

  • Levantadora Macris, do Terracap/BRB/Brasília Vôlei (DF)
  • Oposta Hooker, do Camponesa/Minas (MG)
  • Central Mara, também do time de Belo Horizonte (MG)
  • Central Roberta, do grupo candango
  • Ponteira Tandara, do Vôlei Nestlé (SP)
  • Ponteira Alix, do Dentil/Praia Clube (MG)
  • E ponteira Tássia, também do time de Uberlândia, ocupa o posto de líbero.

As definições são baseadas em números da Superliga. Desta forma, Macris foi a melhor no levantamento e a norte-americana Hooker a mais eficiente no ataque. Entre as centrais Mara foi a primeira no bloqueio e Roberta a segunda.

A ponteira Tandara foi a primeira no saque e a segunda no ataque, enquanto a sua companheira de posição, a norte-americana Alix foi a terceira no ataque. A líbero Tássia foi a primeira na recepção e terceira na defesa.

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