Neste sábado (20), Luana Biazotto ficou longe de se qualificar para as finais da prova de carabina de ar feminina no Mundial Júnior de Carabina, Pistola e Espingarda. O campeonato ocorre em Suhl, na Alemanha, e a brasileira ficou com a 84ª posição na classificação geral. Porém, a atiradora nacional ficou muito contente com sua primeira participação em Mundiais da idade, já que atingiu melhor marca da carreira. De quebra, a pontuação valeu para Índice América da CBTE.
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A prova feminina da carabina de ar ocorre na distância de dez metros. Assim, Luana Biazotto somou 619,3 pontos ao longo das seis sessões que participou. A brasileira manteve, sobretudo, uma constante na sua mira, fazendo 103,2/ 102,9/ 102,9/ 103,5/ 102,9/ 103,9. Desse modo, fechou com a 84ª colocação e longe das oito que brigaram por medalhas. Anceline Brackman determinou a nota de corte, acertando 630,5 para ficar com a oitava colocação nesta fase.
Em seguida, a francesa ficou com a prata, ao fazer 251,5 pontos no segundo estágio. A campeã foi a chinesa Shiqi Zhou, com 252,2 pontos, um décimo a mais. E o bronze foi para a indiana Anvii Rathod, com 230,6.
“É meu primeiro mundial Júnior, amei o estande e todo o ambiente. Está servindo como grande experiência, estou realizada em estar aqui, é muito gratificante estar entre as melhores do mundo. Consegui manter a calma e ter consistência, realizei minha técnica certa e, com isso, tive meu recorde pessoal”, declarou Luana Biazotto.
O Índice América é uma pontuação mínima de qualificação técnica estabelecida pela Confederação Brasileira de Tiro Esportivo (CBTE). Ele é utilizado como parâmetro no ranking nacional e serve principalmente como critério de convocação para representar o Brasil em torneios internacionais.