Depois de uma primeira fase perfeita com quatro vitórias, a delegação brasileira acabou tendo uma manhã de quarta-feira (20) para esquecer. Depois de três derrotas, Thiago Wild foi o último a entrar em quadra e ser eliminado no quali de Roland Garros. Derrota para o americano Emilio Nava por 2 a 0, com parciais de 6/2 e 6/3, em apenas 1h07 de duração.
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Um dos fatores que justificaram a vitória rápida foi o aproveitamento do americano em seu primeiro serviço. Colocando 65% dos primeiros saques em jogo, ele teve um aproveitamento de 93% no quesito, vencendo 28 dos 30 pontos. Wild foi mais seguro no primeiro saque, acertando 76%, mas venceu apenas 22 dos 41 pontos disputados. Diferença da letalidade no saque também ficou clara nos aces: 8 a 2 para o americano.
Ao todo, Wild foi quebrado em três oportunidades. As duas no primeiro set vieram nas extremidades da parcial, sendo uma logo no primeiro game e a segunda no último, sacramentando o 6 a 2. No set final, o brasileiro até confirmou seu primeiro saque, mas foi quebrado no segundo, não conseguindo se recuperar.
Quatro partidas, quatro derrotas
Não foi o dia dos brasileiros em Roland Garros. Depois de grandes estreias, os quatro tenistas que chegaram na semifinal do qualificatório acabaram caindo, fazendo com que ninguém se juntasse ao João Fonseca na chave principal.
Mais cedo, Gustavo Heide foi derrotado por 2 a 0 pelo austríaco Jurij Rodionov. Pedro Boscardin teve chuva de chaves contra o canadense Alexis Galarneau, mas sofreu virada. João Lucas Reis também foi mais um que venceu o primeiro set e acabou superado, enfrentando o lituano Vilius Gaubas.