A Seleção Brasileira de tênis de mesa paralímpico volta à mesa internacional nesta semana para mais um compromisso importante no circuito da ITTF. Entre os dias 18 e 21 de março, o Brasil disputa o ITTF World Para Challenger de Lignano 2026, na cidade de Lignano Sabbiadoro, na Itália, com uma delegação formada por 20 atletas nas classes feminina e masculina.
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A competição reunirá cerca de 212 atletas de 32 países, e o time brasileiro chega embalado pelo desempenho da semana passada, quando participou da etapa do circuito em Wladyslawowo, na Polônia, somando 19 medalhas no total. Foram 10 pódios nas disputas individuais e outros nove nas duplas, resultado que dá lastro e confiança para mais uma sequência de jogos no calendário internacional.
Entre os convocados, o Brasil terá nomes de peso e atletas acostumados a grandes palcos. Um dos destaques é Bruna Alexandre, da classe 10, dona de medalhas paralímpicas em Tóquio 2020 e Paris 2024. Outra presença de impacto é a de Danielle Rauen, da classe 9, medalhista de bronze em Rio 2016, Tóquio 2020 e Paris 2024. O grupo também conta com Guilherme Costa, da classe 2, que foi medalhista de bronze por equipes nos Jogos do Rio.
Além dos atletas mais rodados, a delegação brasileira mistura experiência e renovação. Nomes como Iranildo Espíndola e Welder Knaf reforçam a base mais experiente da equipe, enquanto atletas como Lethicia Lacerda e Sophia Kelme aparecem como representantes de uma nova geração que segue ganhando espaço no cenário internacional.
A delegação brasileira para o Challenger de Lignano será formada por Aline Menezes (classe 7), Bruna Alexandre (classe 10), Carla Azevedo (classe 1), Danielle Rauen (classe 9), Fábio Souza (classe 3), Gabriel Antunes (classe 10), Guilherme Costa (classe 2), Iranildo Espíndola (classe 2), Jean Carlos Mashki (classe 8), Jennyfer Parinos (classe 9), Joyce Quinzote (classe 3), Lethicia Lacerda (classe 8), Lucas Arabian (classe 5), Lucas Carvalho (classe 9), Marliane Santos (classe 3), Nicole Rodrigues dos Santos (classe 1), Paulo Fonseca (classe 7), Sophia Kelmer (classe 8), Thaís Severo (classe 3) e Welder Knaf (classe 3).
Com elenco numeroso e bons resultados recentes na bagagem, o Brasil tenta transformar o torneio em mais uma estação de pódios no circuito mundial paralímpico. A missão agora é manter o ritmo, empilhar vitórias e seguir afinando o jogo em solo italiano.