Vai começar a temporada 2026 do Championship Tour da WSL, a Liga Mundial de Surfe. A elite da modalidade vão rodar o mundo entre abril e dezembro em busca das melhores ondas do planeta! A Brazilian Storm vem forte como de costume e com direito a quatro campeões mundiais: Gabriel Medina, Ítalo Ferreira, Filipe Toledo e Yago Dora que defende o título. Já no feminino, nossa única representante será Luana Silva. A temporada começa no dia 1º de abril em Bells Beach, na Austrália
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A WSL terá um novo formato em 2026, com a exclusão do WSL Finals e a grande decisão do CT voltando para a icônica onda de Pipeline, no Havaí. Também houve mudanças na estrutura da temporada. Para iniciar, as rodadas não-eliminatórias foram excluídas. Assim, não haverá mais repescagem. As nove primeiras etapas serão consideradas como a “temporada regular”, com os sete melhores resultados contando para o ranking. Os dois eventos da pós-temporada (Abu Dhabi e Portugal) terão um número reduzido de atletas: 24 homens e 16 mulheres.
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A etapa final em Pipeline terá todos os atletas do CT e um bônus na pontuação. O campeão no Havaí vai levar 15 mil pontos no lugar dos 10 mil das etapas regulares. Os oito primeiros colocados no ranking antes da etapa final serão cabeças de chave em Pipeline, pulando as fases iniciais.

Veja abaixo o calendário completo da WSL 2026:
- Bells Beach (Austrália) 1-11 de abril
- Margaret River (Austrália) 16-26 de abril
- Snapper Rocks (Austrália) 1-11 de maio
- Raglan (Nova Zelândia) 15-25 maio
- Punta Roca (El Salvador) 5-15 de junho
- Saquarema (Brasil) 19-27 de junho
- Teahupo’o (Taiti) 8-18 de agosto
- Cloudbreak (Fiji) 25 de agosto-4 de setembro
- Lower Trestles (EUA) 11-20 de setembro
- Surf Abu Dhabi (EAU) 14-18 de outubro
- Peniche (Portugal) 22 de outubro-1 de novembro
- Banzai Pipeline (Havaí) 8-20 de dezembro
A Tempestade Brasileira
A Brazilian Storm terá 10 atletas na WSL 2026: nove no masculino e uma no feminino. A lista dos homens é capitaneada por quatro campeões mundiais: Gabriel Medina, Ítalo Ferreira, Filipe Toledo e Yago Dora. A lista ainda tem nomes experientes no CT como Miguel Pupo, Samuel Pupo, João Chianca e Alejo Muniz. O estreante da turma será Mateus Herdy.

Entre as mulheres, a única brasileira será Luana Silva que ficou em 10º lugar no CT na temporada passada. Tati Weston-Webb, que acabou de se tornar mãe, não irá competir a temporada completa, mas recebeu um convite para a temporada 2027. No anúncio, a WSL também anunciou a criação de um Wildcard de Maternidade, um convite que será dado para uma surfista que ficou afastada recentemente para ser mãe. Nesta temporada, o convite foi para a francesa Johanne Defay.
Olho neles
O tricampeão mundial John John Florence vai tirar mais um ano sabático em 2026 e não vai competir pelo título da WSL neste ano. Assim, os únicos campeões mundiais na disputa serão os quatro brasileiros. Um grupo de surfistas querem tentar quebrar essa boa fase dos brasileiros. Os EUA depositam suas fichas em Griffin Colapinto, atual vice-campeão da WSL. A Austrália tem como principais nomes Jack Robinson e Ethan Ewing. Vale ficar de olho também no sul-africano Jordy Smith e no japonês Kanoa Igarashi.

No feminino, a disputa pelo título deve ficar entre as surfistas de Estados Unidos, Havaí e Austrália. Molly Picklum defende o título conquistado em 2026. O CT ainda terá o retorno das campeãs mundiais Carissa Moore, do Havaí, e Stephanie Gilmore, da Austrália. Ainda há outros nomes de destaque como a campeã olímpica Caroline Marks (USA), Gabriella Bryan (HAW) e Caitlin Simmers (USA). Uma pessoa que pode surpreender é a jovem canadense Erin Brooks, de apenas 18 anos. Ela foi eleita a melhor rookie do CT em 2025.
Onde assistir
O grupo Globo tem os direitos de transmissão da WSL no Brasil e deve transmitir as etapas nos canais SporTV e no Globoplay. Também é possível assistir as baterias no site da WSL e na suas redes sociais (Facebook, YouTube e TikTok até as oitavas de final).