Aos 12 anos, Carol Suzaki já começa a trilhar os primeiros passos rumo a uma trajetória promissora no skate brasileiro. Campeã nacional nas categorias de base e integrante do novo time do SESI-SP, a jovem paulista surge como um dos nomes da nova geração do skate street feminino no país, acumulando resultados expressivos e tendo como inspiração a medalhista olímpica Rayssa Leal.
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Caçula do novo time do SESI-SP, anunciado nesta quinta-feira (12), Carol Suzaki tem apenas 12 anos e já acumula dois títulos do Campeonato Brasileiro feminino amador de skate. Além disso, a jovem promessa soma resultados consistentes nas categorias de base e integra a nova geração de atletas que começa a despontar no cenário do esporte no país.
Na nova equipe, Carol terá como companheiros a campeã mundial de skate park em 2024, Raicca Ventura, e Dan Sabino, semifinalista do Mundial de 2026. Sobre a oportunidade de treinar ao lado de atletas mais experientes, a skatista destacou a importância dessa convivência: “Eles estiveram no Mundial, e é um sonho muito grande para mim também poder estar nessas competições no futuro. Acho muito bacana estar com pessoas mais experientes, porque você vai pegando um pouco da experiência deles. Então é muito bom conviver.”
Inspiração em Rayssa Leal
A paulista, que iniciou no esporte aos três anos de idade, influenciada pelo ambiente familiar e pelo contato com as pistas da região de Campinas e São Paulo, tem como uma de suas grandes inspirações Rayssa Leal. A skatista brasileira viralizou aos sete anos em um vídeo no qual aparecia vestida de fada enquanto executava uma manobra de skate. Anos depois, aos 13, conquistou a medalha de prata no skate street feminino e se tornou a mais jovem medalhista olímpica da história do Brasil.
“A Rayssa é muito admirada pelo rolê que ela anda e pelo jeito que faz as manobras. Mas eu admiro muito ela pela história que teve, porque começou bem novinha e aquele vídeo dela fez com que se tornasse a ‘Fadinha’. Então a história dela é muito bonita.”
Para o futuro, a jovem skatista já projeta grandes conquistas, mas sem deixar de lado a leveza e a diversão que o esporte proporciona. “Meu maior sonho é poder participar de competições nacionais e internacionais como o Mundial, me divertir sempre, viver do skate e poder levá-lo como profissão”, finalizou.