O brasileiro Giovanni Vianna foi o grande destaque da classificatória do street masculino no Mundial de Skate, disputado em São Paulo. Na última bateria do dia, que contou também com os compatriotas Kelvin Hoefler e Felipe Gustavo, o skatista acertou uma grande linha logo na primeira tentativa e registrou a maior nota de todo o qualificatório, garantindo vaga nas quartas de final na liderança.
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Após a apresentação, Giovanni destacou a importância de conseguir tirar o peso da pressão logo na primeira volta e explicou que a construção da linha foi fundamental para alcançar a pontuação mais alta do dia.
“Para mim foi gratificante. A última vez que eu andei aqui foi quando eu ganhei o STU, o primeiro STU que teve em São Paulo. A pista era meio mais ou menos, agora eles mudaram a pista, a pista está bem mais legal de andar, está bem mais divertida. Consegui fazer uma linha ali bem compacta, bem boa. Eu acho que a construção da linha foi primordial para essa nota ter sido alta. E estou feliz demais.”
Mesmo com notas consideradas mais baixas no primeiro dia de competição, o brasileiro conseguiu ultrapassar a marca dos 60 pontos e explicou que esse cenário também ajuda os atletas a entenderem melhor o critério dos juízes. “É bom que a gente já tem um parâmetro do pouco que pode acontecer, mas se não acertar esse 60 não vem. Então tem que acertar toda vez para ver como que vai ser, para dar bom e ir para cima”, explicou.
Casa cheia
Outro ponto que chamou a atenção do skatista foi a presença do público logo no primeiro dia de competição. Segundo ele, a atmosfera da pista em São Paulo surpreendeu positivamente.
“Eu fiquei bem chocado que hoje, no primeiro dia, quinta-feira à noite, tinha bastante gente ali no final. Nos outros lugares que tem nunca é assim. A gente sempre anda com a torcida dos skatistas, como são muitos atletas. Então a gente mesmo torce para a gente mesmo ali. Dessa vez, tendo bastante gente já logo no primeiro dia, já é algo bem legal, algo bem gratificante de ver”.
O skatista também destacou o crescimento do skate brasileiro nos últimos ciclos olímpicos e acredita que o país deve seguir ampliando sua presença nas principais competições internacionais.
“Nas últimas duas Olimpíadas tinha ali cinco ou seis skatistas lutando pelas três vagas. Agora já aumentou. Acho que são oito ou nove. E quanto mais melhor. Espero que venha mais, venha mais, venha mais brasileiros competindo”, analisou.