Principal nome do tênis de mesa feminino do Brasil, enumerar as façanhas de Bruna Takahashi não é uma tarefa fácil. Primeira brasileira no top-20 da WTT (Federação Internacional), dona de títulos nacionais e internacionais, quatro medalhas numa mesma edição de Jogos Pan-Americanos e participações olímpicas, ela quer incluir mais glórias em seu extenso currículo.
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Caso Bruna consiga as quatro medalhas que vai disputar em Santiago, a brasileira vai somar oito pódios no Pan. Dessa forma, terá tudo para entrar para história do evento em um futuro próximo. Isto porque as ginastas Flávia Saraiva e Daniele Hypólito, além da nadadora Larissa Oliveira, são as recordistas, com dez. Uma já encerrou a carreira, enquanto as outras duas são mais velhas que a mesa-tenista.
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“Seria maravilhoso conseguir algo dessa grandeza, sem dúvida. Ainda mais por ser uma mulher mostrando sua força para o mundo, para o esporte. Venho conseguindo ter um bom desempenho em competições difíceis, e tenho como meta em Santiago a conquista do título. Estou trabalhando duro nos treinamentos, tecnicamente, taticamente, fisicamente e mentalmente para poder estar sempre na minha melhor forma”, declarou Bruna.
Curar “trauma” em Santiago
Em Santiago, Bruna pode cruzar novamente com as porto-riquenhas. Na final por equipes dos Jogos Pan-Americanos de Lima-2019, as atletas caribenhas lhe impuseram uma das derrotas mais dolorosas de sua carreira. Um revés que ela não gosta de falar muito, mas que procurou tirar lições.
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“Foi uma das derrotas mais doídas da minha carreira. Mas, como todos dizem, é preciso tirar lições delas. Contudo, não fico me prendendo muito a essas lembranças, prefiro pensar nas coisas que conquistei até hoje e usar isso mentalmente”, disse Bruna, que em setembro passado, em Cuba, ajudou a equipe feminina brasileira de tênis de mesa a conquistar vaga nos Jogos Olímpicos de Paris eliminando, entre outras, a equipe porto-riquenha.
*Com informações da Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM)