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Brasil leva 11 medalhas nas individuais do Para Future de Santiago



Fábio Silva, Thiago Gomes, Marliane Santos, Aline Meneses e Danielle Rauen foram os mesatenistas que levaram ouro para o Brasil



Na imagem, Danielle Rauen, que levou ouro para o Brasil na classe 9 no Para Future de Santiago.
Danielle Rauen, que levou ouro para o Brasil na classe 9 no Para Future de Santiago. Foto: Federación Chilena de Tenis de Mesa.

As disputas individuais se encerraram neste domingo (19) do ITTF Mundial Para Future Santiago 2026 de tênis de mesa, no Chile. Assim, o Brasil já está com 11 medalhas. Ao todo, foram cinco de ouro, duas de prata e quatro de bronze. O torneio segue até esta segunda-feira com as definições dos confrontos em duplas.

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Ouros

Entre os destaques para o Brasil esteve Fábio Silva, campeão da classe 3 (cadeirantes) ao vencer o argentino Gabriel Copola por 3 sets a 0 (12/10, 11/6 e 11/7). Além disso, teve Thiago Gomes, ouro na classe 11 (deficiência intelectual), após triunfo por 3 sets a 0 (11/9, 11/6 e 11/6) sobre o sul-coreano Hwiseong Lee.

No feminino, Marliane Santos conquistou o título nas classes 1-3 (para cadeirantes). A mineira derrotou a goiana Thaís Fraga por 3 sets a 1 (11/6, 11/7, 6/11 e 11/6). Desse modo, as mesatenistas fizeram a dobradinha brasileira no pódio. Aline Meneses também subiu ao lugar mais alto do pódio nas classes 6-7 (deficiência fisica). Então, a paulista fechou a trajetória com vitória por 3 sets a 0 sobre a colombiana Giliana Lucía Carrilo Quinche.

Já a catarinense Danielle Rauen garantiu o ouro na classe 9 feminina (deficiência fisica), disputada em formato de grupos, ao terminar na primeira colocação após quatro vitórias. Ao longo da campanha, venceu as compatriotas Jennyfer Parinos por 3 sets a 2 e Karina Moura por 3 a 0. Com o mesmo placar, Danielle superou a colombiana Jessica Lorena Alzate Mejia e a chilena Joseline Yévenes. Jennyfer e Karina terminaram em quarto e quinto lugar, respectivamente, da mesma classe.

Mais medalhas

Além dos medalhistas de ouro, o Brasil somou duas medalhas de prata, com Guilherme Costa, da classe 1-2 masculina (para cadeirantes), e Thaís Fraga, nas classes 1-3. Por fim, outros quatro atletas conquistaram medalhas de bronze no torneio, após derrotas nas semifinais. São eles: Iranildo Espíndola, classe 1-2; Luiz Manara, classe 8; Lucas Carvalho, classe 9; e Claudio Massad, classe 10, todos na deficiência física.

Os paratletas do Brasil também estão nas competições de duplas de cada gênero e mistas, principalmente, com reais possibilidades de aumentar a conta de medalhas.

*Com informações do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).

Jornalista formado em 2013, mas que atuo desde 2008, quando ingressei na Universidade P. Mackenzie, Trabalhei por seis anos no Diário Lance!, passei por Punteiro Izquierdo, Surto Olímpico, Torcedores, Secretaria Municipal de Esportes e Lazer de São Paulo, Liga Nacional de Basquete e N Sports. Entrei no OTD em Abril de 2023.

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