A primeira etapa do Circuito Paralímpico de halterofilismo começou neste sábado (28) já com marcas superiores às do Mundial do ano passado, no Cairo. A competição abre a temporada nacional de 2026, que terá como destaques o Open das Américas e o Mundial de Manama, no Bahrein, em dezembro.
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A bicampeã paralímpica Mariana D’Andrea levantou 145 kg na categoria até 73 kg, marca válida que lhe garantiu a medalha de ouro. O resultado foi quatro quilos superior ao registrado no último Mundial, quando conquistou a prata individual e também um ouro por equipes.
A paulista comemorou o ouro e demonstrou que está preparada para a temporada de 2026. “Confesso que, no fim do ano [2025] eu relaxei um pouco, desacelerei depois do Mundial, pois foi um ano bem competitivo. Mas voltei com tudo, e voltei diferente: prometi que esse ano vou bater o recorde mundial”, afirmou Mariana, que tem como melhor marca 148kg, erguidos nos Jogos Paralímpicos de Paris 2024.
Outra halterofilista que também superou o desempenho do último Mundial é Lara Lima. Competindo na nova categoria até 45 kg, ela levantou 111 kg na segunda tentativa e ainda quebrou o próprio recorde brasileiro, que era de 110 kg.
“Desta vez, eu tive que me aventurar para a categoria dos 45kg para ver como me sairia e me saí muito bem. A gente previu o que aconteceu e estou muito feliz de voltar pra casa com um recorde. Agora é trabalhar para ter muito mais medalhas e muito mais recordes”, destacou a atleta.