O Circuito Paralímpico Loterias Caixa de halterofilismo abre a temporada nacional da modalidade no próximo fim de semana, dias 28 de fevereiro e 1º de março, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo. A competição reunirá 142 atletas e marca o início do calendário do halterofilismo brasileiro em 2026, além de ser o primeiro evento organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) no ano.
- Destaques do Sub-17 no Mundial são convocados para o Sul-Americano Sub-19
- Setembro Amarelo: como o esporte pode abrir espaço para a escuta
- O que comer antes de uma caminhada longa? Veja opções simples
- O que comer antes de uma caminhada longa? Veja opções simples
- Como começar a nadar depois de adulto sem precisar saber nadar bem
+ SIGA O OTD NO WHATSAPP, YOUTUBE, TWITTER, INSTAGRAM, TIK TOK E FACEBOOK
A etapa também será decisiva para atletas que buscam índice para integrar a Seleção Brasileira. O circuito representa a última oportunidade de obtenção dos critérios estabelecidos pelo CPB para a formação da equipe que disputará o Regional das Américas, competição obrigatória no caminho de classificação para os Jogos Paralímpicos de Los Angeles 2028.
Entre os nomes confirmados estão atletas com destaque internacional recente. A paulista Mariana D’Andrea, da categoria até 73 kg, e a carioca Tayana Medeiros, até 86 kg, chegam como campeãs paralímpicas de Paris 2024. Já o carioca Gustavo Amaral, da categoria acima de 107 kg, foi medalhista de prata no Mundial disputado no Cairo, no Egito, em 2025.
A temporada de 2026 ainda terá como principais compromissos o Campeonato Mundial, em dezembro, em Manama, no Bahrein, e os Jogos Parassul-Americanos, programados para julho, em Valledupar, na Colômbia. No último Mundial, realizado em 2025, o Brasil conquistou seis medalhas e terminou na quinta colocação do quadro geral, registrando a melhor campanha do país na história da competição.
O Circuito Paralímpico Loterias Caixa integra o calendário oficial do CPB e conta com patrocínio das Loterias Caixa e da Caixa Econômica Federal, que também mantêm programas de apoio direto a atletas do halterofilismo paralímpico brasileiro.