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José Ronaldo quebra recorde das Américas nos 100m costas da classe S1



Nadador quebra mais um recorde das Américas, desta vez nos 100m costas, em últimos ajustes antes do Mundial no final do mês



O nadador paralímpico José Ronaldo durante a realização da prova
Foto: CPB

A Segunda Etapa Nacional do Circuito Paralímpico de Natação terminou neste sábado (6) com quatro novos recordes das Américas e melhorias nos tempos de atletas que representarão o Brasil no Mundial em Singapura, de 21 a 27 de setembro. Entre os destaques, o paulista José Ronaldo, quebrou o recorde das Américas nos 100m costas da classe S1 (para atletas com limitações físico-motoras), ao completar a prova em 2min51s75.

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“Os avanços nos meus tempos são graças à equipe que tenho ao meu redor, dentro e fora da piscina. Consegui quebrar um recorde ontem e hoje também. A meta é chegar a Singapura, bater mais recordes e trazer o ouro para o Brasil”, comentou após superar o seu próprio recorde das Américas. No dia anterior, o paulista já havia batido um recorde nos 50m costas da classe S1 (limitações físico-motoras). 

A abertura da Segunda Etapa Nacional do Circuito Paralímpico registrou os outros dois recordes das Américas. Alessandra Oliveira, do AFF Nauru, completou os 100m peito em 1min44s29, superando seu próprio recorde anterior de 1min51s58 e estabelecendo uma nova marca continental.

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Em seguida, Beatriz Flausino disputou os 100 metros peito da classe S14 (deficiência intelectual) e completou a prova em 1min13s69, estabelecendo também um recorde das Américas. A marca anterior, de 1min13s89, também pertencia a Beatriz e havia sido registrada em junho, durante o World Series em Guadalajara, no México.

Boas marcas

A pernambucana Carol Santiago, maior campeã paralímpica da natação brasileira, com seis ouros, três pratas e um bronze, completou os 100m costas da classe S12 (deficiência visual) em 1min09s72 neste sábado. O resultado ficou muito próximo dos 1min09s51 que a colocaram em primeiro lugar no ranking mundial de 2025, em março, na Itália.

“Essa prova é bem desafiadora pra mim. Comecei a fazer ela depois que entrei no esporte paralímpico, então eu tenho que confiar muito nos tappers. Hoje tive um resultado bem expressivo, muito bom. Ainda não descansei, então, pela avaliação, significa que quando descansar, aquele finalzinho vai chegar e a gente vai conseguir ter uma prova excelente lá no Mundial”, comentou.

Outra nadadora que comemorou um bom resultado foi a fluminense Lídia Cruz. Ela completou os 200 metros livre da classe S4 (limitações físico-motoras) em 3min14s21, oito segundos mais rápida que os 3min22s30 obtidos na Primeira Etapa Nacional. Com a marca, Lídia ocupa a terceira posição no ranking mundial de 2025.

Formada em Jornalismo pela PUC-SP e apaixonada pelo universo esportivo e por Ginástica Rítmica

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