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Gabriel Bandeira quebra recorde pessoal no primeiro dia do Circuito Paralímpico



Gabriel Bandeira quebrou recorde pessoal nos 100m peito SB14 e fez terceira melhor marca do mundo nos 100m borboleta S14 na abertura do Circuito Paralímpico de natação



Gabriel Bandeira nada os 100m borboleta no circuito paralímpico de natação em São Paulo
Gabriel Bandeira na disputa dos 100m borboleta (Foto: Alessandra Cabral/CPB)

Alguns dos melhores nadadores do Brasil estão nesta semana em São Paulo para a disputa da segunda etapa do Circuito Paralímpico. A competição conta com vários campeões paralímpicos e mundiais em busca do título de melhor nadador do Brasil em suas classes. O destaque do primeiro dia de competição, nesta sexta-feira (18), foi Gabriel Bandeira. Ele levou duas medalhas de ouro, com direito a melhor marca da vida nos 100m peito.

Quem chegou em boa fase foi Gabriel Bandeira. Ele ganhou duas provas logo na primeira sessão da competição. Os 100m peito SB14 e os 100m borboleta S14. Na última ele teve um tempo de 55s28, a terceira melhor marca do mundo em 2026. Já na prova do nado peito, Bandeira quebrou o seu recorde pessoal.

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Recuperado de uma lesão no ombro, Bandeira teve uma ótima campanha no último mês no Pan-Pacífico, onde levou três medalhas de ouro. “Fiquei bastante contente, feliz e realizado com os resultados do Pan Pacífico. Porque era um teste para os Jogos Paralímpico, com a competição em piscina aberta. Eu já treino em piscina aberta, então não sofri tanto. E nadar bem perto dos meus melhores tempos lá me deu mais confiança já que eu estava voltando de lesão. E cada vez eu fico mais confiante”, afirmou o atleta em entrevista ao Olimpíada Todo Dia.

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Nos Jogos Paralímpicos Paris-2024, Gabriel Bandeira conquistou uma medalha de prata e duas de bronze. Desde então, o nadador paulista fez uma temporada forte no ano passado, saindo do Campeonato Mundial com seis medalhas (um ouro e cinco pratas). Mas uma lesão no ombro no começo de 2026 fez com que Bandeira diminuísse um pouco o ritmo. Mas ele já está voltando a se aproximar dos seus melhores tempos. “Desde quando a gente voltou de Paris eu estava num ritmo forte. Mas tive essa lesão no ombro, onde acabei dando uma pausa. Foi até bom para dar uma relaxada. Eu estava num ritmo muito intenso que nunca tive na minha vida. Estava aceleradão querendo resultado toda hora. Não foi ruim, mas foi bom para termos uma noção de até onde o corpo aguenta”, afirmou.

Jornalista formado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e viciado em esportes

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