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Natação

 

Lucio Flavio de Paula é vice-campeão mundial júnior nos 100 m borboleta



Brasileiro foi consistente durante toda a competição disputada na Romênia e coloca no peito a vigésima medalha do país em sete edições do mundial



Lucio Flavio de Paula vice-campeão mundial júnior de natação nos 10o mborboleta medalha de prata
(Divulgação/CBDA)

O Brasil conquistou a primeira medalha no Mundial Júnior de Natação deste ano em Otopeni, na Romênia. Lucio Flavio de Paula garantiu a prata nos 100 m borboleta com o tempo de 52s01 na final disputada nesta quinta-feira (21). O Mundial Júnior de Natação prossegue até o dia 24 de agosto.

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O desempenho do nadador já vinha sendo sólido desde as eliminatórias (52s48) e a semifinal (52s31), ambos os melhores tempos da prova. O ouro ficou com o lituano Tajus Juska, enquanto o britânico Dean Fearn completou o pódio com o bronze.

“Estou muito feliz, pode ter certeza. Tava em busca da medalha de ouro, errei algumas coisinhas, agpra é consertar esse detalhes e quem sabe ser campeão no próximo mundial”, disse Lucio Flavio de Paula.

Vinte medalhas

O Brasil soma, agora, 20 medalhas na história dos Mundiais Júnior de Natação, iniciados em 2006. O país acumula três ouros, onze pratas e seis bronzes. Além da prata deste ano, foram um ouro, três pratas e um bronze em Lima-2022, um bronze em Budapeste-2019, um ouro, duas pratas e um bronze em Singapura-2015, mais uma prata em Dubai-2013 e um bronze em Lima-2011. Em Monterrey-2008 foram uma prata e um bronze em dois anos antes, no Rio, um ouro, três pratas e um bronze.

Eliminatórias e semifinais

Nas eliminatórias, realizadas horas antes, Gustavo Zimmermann Giugno passou para a semifinal dos 50 m costas com o 15º melhor tempo dentre os 16 classificados. Na semifinal, ficou em 16º e foi eliminado.

Nos 50 m livre, Nicolas Gama ficou em 12º e Kauã Pereira, o 14º dentre os 16 que passaram. Na semi, passaram apenas oito e os dois foram eliminados com um nono e um 11º lugar, pela ordem.

Já nos 50 m borboleta, Ana Julia Amaral ficou em 26º e, como também eram apenas 16 vagas, ela ficou de fora das semifinais. Por fim, o Brasil estava no balizamento o 4 x 100 m livre misto, porém não competiu.

Jornalista com mais de 20 anos de profissão, mais da metade deles na área de esportes. Está no OTD desde 2019 e, por ele, já cobriu 'in loco' os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Tóquio, os Olímpicos de Paris, além dos Jogos Pan-Americanos de Lima e de Santiago

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