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Mundial de Esportes Aquáticos

 

Revezamento misto da maratona aquática é oitavo no Mundial de Singapura



Equipe formada por Ana Marcela, Viviane, Melecchi e Loureiro repete colocação do último Mundial e encerra sequência de pódios iniciada em 2009



Ana Marcela Cunha - Mundial de Esportes Aquáticos
Foto: Satiro Sodré/CBDA

A equipe brasileira de maratona aquática terminou em oitavo lugar no revezamento misto 4x1500m do Mundial de Esportes Aquáticos de Singapura, disputado neste sábado (19). A prova reuniu quartetos formados por dois homens e duas mulheres.

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O time nacional foi representado por Ana Marcela Cunha, Viviane Jungblut, Matheus Melecchi e Luiz Felipe Loureiro. O Brasil fechou a disputa em 1h12min02s1, 2min48s3 atrás da Alemanha, que venceu com 1h09min13s8. Itália e Hungria completaram o pódio.

Fim de uma era

Foi a primeira vez desde 2008 que o Brasil não conquistou medalhas em Mundiais da modalidade. A última edição sem pódios havia sido em Sevilha, na Espanha. Desde então, foram dez Mundiais com brasileiros no pódio, considerando as edições de esportes aquáticos e o extinto Mundial específico da maratona aquática.

O revezamento permite que cada equipe defina a ordem dos nadadores. O Brasil começou com Ana Marcela Cunha, que entregou a primeira volta em 12º lugar. Em seguida, Viviane Jungblut subiu uma posição. Melecchi manteve o ritmo e passou o bastão em oitavo, posição final após a última parcial de Loureiro.

Superação

Ana Marcela competiu após sofrer um corte profundo no braço na prova dos 5 km, que exigiu sutura. Na ocasião, ela ficou na oitava posição. Após avaliação médica, a brasileira competiu a prova dos 3km sprint, em que ficou em 15º lugar. Nos 10 km, foi a sexta colocada.

Nova geração

A equipe masculina contou com dois representantes da nova geração. Matheus Melecchi, 19, é campeão júnior da Copa do Mundo e foi 12º nos 5 km. Luiz Felipe Loureiro, 21, completou o quarteto brasileiro no revezamento.

Jornalista recifense formado na Faculdade Boa Viagem apaixonado por futebol e grandes histórias. Trabalhando no movimento olímpico e paralímpico desde 2022.

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