A holandesa Marijke Groenewoud ganhou neste sábado (21) a medalha de ouro na largada em massa da patinação de velocidade em Milão-Cortina 2026. Em corrida marcada por jogo tático e controle do pelotão, a patinadora dos Países Baixos anotou 60 pontos. Essa pontuação acabou assegurada por ela, principalmente, por causa da vitória no sprint final após 16 voltas intensas. A campeã dos Jogos Olímpicos de Inverno finalizou o percurso em 8min34s70, deixando para trás Ivanie Blondin. A atleta canadense confirmou a prata ao terminar com 40 pontos e marcar tempo de 8min35s09.
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Para completar o pódio, a medalha de bronze ficou com a estadunidense Mia Manganello, que acumulou 20 pontos e concluiu com a marca de 8min35s39. A prova apresentou uma disputa equilibrada, com o pelotão promovendo constantes mudanças de posicionamento. Como é típico da largada em massa, as atletas controlaram o ritmo nas voltas iniciais e as principais favoritas evitaram assumir a ponta para economizar energia. Marijke Groenewoud apareceu de forma mais decisiva apenas nos momentos finais, executando um sprint poderoso na volta derradeira para ultrapassar as rivais.
Detalhes da conquista da holandesa
Atual campeã Mundial do largada em massa da patinação de velocidade, em 2025, na Noruega, Marijke Groenewoud construiu a vitória com uma estratégia paciente e eficiente ao longo das 16 voltas. A holandesa ficou grande parte da prova dentro do pelotão. Com isso, ela evitou gastar energia nas primeiras disputas por pontos intermediários e mantendo-se sempre bem posicionada para reagir a eventuais ataques. Nos sprints parciais, a atleta não buscou protagonismo absoluto, priorizando controle de ritmo e leitura da corrida, característica comum das atletas dos Países Baixos
A decisão veio nas voltas finais, quando Marijke Groenewoud avançou posições gradualmente e assumiu protagonismo no momento crucial. Com forte aceleração após o último sprint intermediário, ela entrou na volta derradeira entre as primeiras colocadas e lançou um ataque potente na reta final, cruzando a linha de chegada em primeiro e garantindo a pontuação máxima de 60 pontos. A atuação demonstrou perfeita combinação entre resistência, posicionamento e explosão final, assegurando o ouro olímpico de forma dominante na prova mais imprevisível da patinação de velocidade.