A China assumiu a liderança do quadro de medalhas do Mundial de Ginástica Artística 2025, disputado em Jacarta, na Indonésia, a um dia do fim da competição. O país soma cinco medalhas — sendo uma de ouro, uma de prata e três de bronze — e aparece à frente dos Estados Unidos, que têm quatro pódios (um ouro, uma prata e dois bronzes). Competição termina neste sábado, quando Flávia Saraiva será a esperança do Brasil de subir ao pódio na competição na disputa final da trave.
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Se não estivesse impedida de competir sob sua bandeira por causa da guerra da Ucrânia, a Rússia seria a líder isolada. A principal estrela do Mundial é Angelina Melnikova, única atleta a conquistar três medalhas até o momento: ouro no individual geral e no salto, além da prata nas barras assimétricas.
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🔜 Último dia tem cinco finais e pode mudar o quadro de medalhas
As últimas cinco finais por aparelho serão disputadas neste sábado (25), encerrando o Mundial de Jacarta. O dia promete fortes emoções e pode alterar o topo da classificação. Estão em jogo as seguintes provas:
- Salto masculino
- Trave feminina — com Flávia Saraiva (BRA), vice na fase classificatória
- Barras paralelas masculinas
- Solo feminino
- Barra fixa masculina
Angelina Melnikova volta a competir na final do solo feminino, e pode chegar a quatro medalhas. Entre as adversárias estão a argelina Kaylia Nemour, campeã nas barras assimétricas, e a chinesa Zhang Qingying, bronze no individual geral.
🇧🇷 Flávia Saraiva é a última esperança brasileira
O Brasil terá sua última chance de medalha com Flávia Saraiva, que se apresenta na final da trave. A ginasta carioca se classificou em segundo lugar na fase preliminar, atrás apenas da japonesa Aiko Sugihara, e chega à decisão com boas chances de pódio.
Flávia terá pela frente nomes fortes como Kaylia Nemour (Argélia), Elsabeth Black (Canadá), Zhang Qingying (China) e Dulcy Caylor (Estados Unidos).
🏅 Campeões voltam à arena
Entre os homens, o japonês Daiki Hashimoto, campeão do individual geral, e o americano Donnell Whittenburg, ouro nas argolas, também estão escalados para o último dia. Hashimoto compete nas barras paralelas e na barra fixa, enquanto Whittenburg disputa novamente as barras paralelas.
O Mundial termina neste sábado (25) e ainda pode ter mudanças no quadro final de medalhas, com China, Estados Unidos e Grã-Bretanha brigando pelas primeiras posições.