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Quem será campeão? Análise e palpites sobre a Libertadores feminina 2025

Confronto entre Ferroviária e Peñarol, pela Libertadores Feminina (Staff Images Women/CONMEBOL)
Ferroviária e Peñarol se enfrentaram na Libertadores feminina do ano passado (Staff Images Women/CONMEBOL)

A Libertadores feminina 2025 começa cercada de expectativa e com um cenário que aponta novamente para o domínio brasileiro. Em 16 edições já disputadas, o Brasil conquistou 13 títulos, o que representa 81% de aproveitamento. A tendência é de que esse favoritismo nacional se mantenha, com Corinthians, São Paulo e Ferroviária entre os candidatos ao troféu.

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Corinthians, o time a ser batido

Atual bicampeão continental, o Corinthians chega embalado por mais uma conquista do Campeonato Brasileiro e com números que impressionam. As Brabas sofreram apenas duas derrotas nos últimos 30 jogos oficiais, somando competições nacionais e estaduais, e podem alcançar um feito inédito: o tricampeonato consecutivo da Libertadores (2023, 2024 e 2025). Gabi Zanotti e Vic Albuquerque são algumas das peças decisivas que reforçam a aura de favorito absoluto.

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Concorrência brasileira

Apesar do peso corintiano, outras equipes do país prometem equilibrar a disputa. O São Paulo, estreante na competição, já provou sua força ao eliminar o Corinthians em um duelo recente pela Copa do Brasil. As Soberanas chegam como possível surpresa, sem a pressão inicial dos rivais mais tradicionais.

A Ferroviária, bicampeã da Libertadores, corre por fora, mas tem tradição copeira e elenco experiente. Em jogos eliminatórios, a Locomotiva pode se tornar um adversário indigesto para qualquer favorito.

Boca Juniors e as forças estrangeiras

Entre os estrangeiros, o maior destaque é o Boca Juniors. O clube argentino foi vice-campeão em 2022 e volta a figurar entre os principais candidatos, com elenco reforçado e várias atletas que disputaram a última Copa do Mundo pela seleção argentina. Jogando em casa, as Xeneizes terão a torcida a favor e usam isso como motivação extra.

As equipes colombianas também aparecem fortes. O Santa Fe, vice em 2021 e 2024, busca dar o passo final e conquistar o título. Já o Deportivo Cali, que revelou nomes como Linda Caicedo, mantém um time competitivo e pode surpreender.

Estatísticas para apostadores

Para quem acompanha a competição de olho nas estatísticas, vale destacar: a edição de 2024 teve média de 2,9 gols por jogo, indicador de partidas movimentadas. O Corinthians, por exemplo, marcou média de 3,1 gols por jogo na campanha de 2023 e não sofreu gols nas últimas duas finais.

Times de menor expressão, como Always Ready (Bolívia) e ADIFFEM (Venezuela), costumam adotar posturas mais defensivas, o que pode resultar em partidas com poucos gols contra rivais de maior força técnica.

Jogadoras para ficar de olho

Além das brasileiras Gabi Zanotti e Vic Albuquerque, outros nomes prometem brilhar nesta edição:

  • Yamila Rodríguez (Boca Juniors) – atacante veloz e finalizadora, vice-artilheira da Libertadores 2022.
  • Jessica Martínez (Libertad/Limpeño) – paraguaia com experiência internacional.
  • Fany Gauto (Independiente Santa Fe) – meia especialista em bolas paradas.
  • Natalia Vendito (Ferroviária) – jovem promessa brasileira com potencial de decidir jogos.

Palpite final

Mantendo o desempenho recente, o Corinthians desponta como franco favorito ao título da Libertadores feminina 2025. O São Paulo e a Ferroviária têm condições de chegar às semifinais, enquanto Boca Juniors e Deportivo Cali surgem como os principais candidatos a quebrar a hegemonia brasileira.

Se fosse preciso arriscar um palpite, a decisão pode repetir o histórico recente: Corinthians x Boca Juniors ou até um clássico brasileiro. Mas, pelo retrospecto, a balança segue claramente favorável ao futebol feminino do Brasil.

Fundador e diretor de conteúdo do Olimpíada Todo Dia Jornalista esportivo desde 1997 com experiência em coberturas de Jogos Olímpicos, Copas do Mundo, Mundiais, Jogos Pan-Americanos e muito mais. Teve passagens por ESPN, Portal Terra, TV Gazeta, Gazeta Esportiva, Agora São Paulo e Agência Estado

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