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Esgrima

CBE tem três cenários para retorno das competições em 2020

Em live realizada no Youtube, Arno Schneider, vice-presidente da Confederação, afirmou que o ideal seria voltar em agosto

(divulgação CBE)

CBE tem três cenários para retorno das competições em 2020

A Confederação Brasileira de Esgrima (CBE) informou nesta quarta-feira (15) que existem três possíveis cenários para o retorno das competições nacionais em 2020. A notícia foi dada pelo vice-presidente da CBE, Arno Schneider, em uma live da CBE.

“O primeiro cenário, que seria o ideal, seria o retorno das nossas atividades no início de agosto. Com isso, salvaríamos mais da metade do calendário nacional. Se não der, a gente inicia 30 dias depois, em setembro. O que ainda nos daria um terço de competições. Em última hipótese, a gente teria só uma competição no ano. Um campeonato brasileiro, a ser realizado no final do ano, em duas fases,” explicou Arno Schneider.

Arno Schneider afirmou que a CBE tem três cenários para retorno das competições da Esgrima em 2020
Live da CBE abordou impactos do coronavírus na esgrima (reprodução)

O vice-presidente da CBE enfatizou, porém, que a decisão sobre o retorno das competições não cabe apenas e ele nem a ninguém da confederação.

“A gente depende muito das autoridades. O que vai ser liberado e o que não vai ser liberado. A gente está correndo atrás e buscando fazer com que as coisas voltem o mais rápido possível, dentro das questões de saúde e respeitando cada atleta,” completou o vice-presidente da CBE.

Classificação para Tóquio 2020

Em abril, a Federação Internacional de Esgrima (FIE), divulgou um documento que ressaltava o “congelamento” das classificações para os Jogos Olímpicos de Tóquio e que estão e que elas só serão reativadas quando for possível organizar as últimas competições qualificatórias para a Olimpíada.

Isso acabou classificando a campeã mundial da espada de 2019, a brasileira Nathalie Moellhausen, para os Jogos Olímpicos de Tóquio. Em uma live no instagram do Olimpíada Todo Dia, a esgrimista e garantiu presença no evento.

“Agora é oficial. Em março, faltando quatro dias para começar a quarentena, virou oficial já que fechei como número 2 do ranking mundial. A informação é que quem estava qualificado antes da paralisação já tinha vaga garantida. Tenho meu passaporte”, afirmou Nathalie.

A reportagem do OTD consultou a CBE e a entidade apresentou seu pontos de vista com relação a classificação da atleta para Tóquio: “Nathalie está matematicamente classificada pelo ranking. Para ela ficar fora somente se tiver algum problema de saúde ou algo que a impeça de participar”.

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