O esporte mundial está em luto com o falecimento de Oscar Schmidt, aos 68 anos, em São Paulo. O “Mão Santa”, deixa um legado eternizado por números que desafiam a lógica e o colocam como um dos maiores cestinhas de todos os tempos. Abaixo, detalhamos os recordes que imortalizaram o ídolo brasileiro.
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1. Lenda olímpica
Oscar é, até hoje, o nome mais dominante da história do basquete nos Jogos Olímpicos. Ele detém recordes que dificilmente serão batidos:
- Maior Pontuador da História das Olimpíadas: Marcou 1.093 pontos ao longo de cinco edições (1980 a 1996). Para se ter ideia, ele é o único jogador a romper a barreira dos mil pontos na competição.
- Maior Pontuação em um Único Jogo: Em Seul-1988, Oscar anotou 55 pontos contra a Espanha. É a maior marca individual de um jogador em uma partida olímpica.
- Média Avassaladora: Em uma única edição (Seul-1988), ele registrou a média recorde de 42,3 pontos por jogo.
2. Ranking histórico
Por décadas, Oscar foi o maior pontuador da história do basquete mundial (considerando clubes e seleção).
- Total de Pontos: Ele encerrou sua carreira com impressionantes 49.737 pontos.
- Status Atual: Somente em 2024, após mais de 20 anos da aposentadia de Oscar, o norte-americano LeBron James conseguiu superar essa marca. Oscar permanece como o 2º maior cestinha de todos os tempos na história do esporte global.
3. Domínio na seleção e em clubes
- Cestinha da Seleção Brasileira: É o maior pontuador da história da nossa seleção, com 7.693 pontos.
- Rei da Itália: Jogando no basquete europeu, Oscar foi o cestinha do Campeonato Italiano em 7 temporadas. Ele detém a maior média de pontos da história da liga italiana (34,6 por jogo) ao longo de seus 11 anos no país.
- Mundiais da FIBA: É também o maior pontuador da história dos Campeonatos Mundiais (atual Copa do Mundo de Basquete), com 893 pontos.
4. Outras marcas notáveis
- Cestas de 3 Pontos: Em uma única temporada na Itália (1986/87), ele converteu 188 bolas de três em apenas 30 jogos.
- Precisão nos Lances Livres: Em 1992, durante o duelo entre Mackenzie/Encol e Corinthians/Americana, válido pelas semifinais do torneio nacional, ele estabeleceu o recorde de 22 lances livres convertidos em 22 tentados (100% de aproveitamento).