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Brasil perde da Alemanha e vai brigar pelo 11º lugar no basquete feminino



Seleção até começou bem o duelo, mas logo as donas da casa mostraram superioridade e saíram com a vitória. Agora, o Brasil encerra a participação nos Jogos disputando contra Taipei o 11º lugar



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(Célio Júnior)

O Brasil foi derrotado pela Alemanha na chave que vale o nono lugar no basquete feminino da Universíade de Rhine-Ruhr 2025. A seleção perdeu por 84 a 64 para as donas da casa nesta quarta-feira (23) em partida realizada na arena Walter-Schädlich-Halle, em Duisburgo.

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Com isso, a seleção, que venceu a Romênia na primeira rodada da chave do 9º ao 16º lugar, vai agora disputar a 11ª colocação. O confronto, o último do Brasil no basquete feminino da Universíade, será contra Taipei nesta quinta-feira (24), às 14h pelo horário de Brasília.

Números e números

Brenda Barros foi a cestinha da partida, com 20 pontos, e Giovanna Rocha foi a reboteira, pegou dez. Destaque ainda para os dez pontos de Isabella Nascimento e as quatro assistências de Isabella de Souza e de Marcella Freitas. Pelo lado alemão, Franka Wittenberg marcou 15 pontos, Nina Rosemeyer anotou 14 e Eléa Gama mais 12. Greta Kröger registrou quatro assistências e cinco rebotes.

No coletivo, a pontaria foi decisiva a favor da Alemanha. Elas acertaram 46% dos chutes contra apenas 32% do Brasil. Nas bolas de três, foram oito de 24 para elas e apenas três de 21 para nós. Destaque negativo também para os 23 erros da seleção brasileira contra apenas 13 da Alemanha.

Superioridade alemã

O Brasil iniciou melhor o confronto e venceu o primeiro quarto por 18 a 12. No segundo, porém, as alemãs começaram a se impôr e venceram por 23 a 8. Com isso, o time europeu foi para os vestiários vencendo com nove de vantagem no marcador, 35 a 26.

Na volta para o segundo tempo, a superioridade da Alemanha continuou e elas abriram 25 pontos ao fazer 32 a 16 na parcial. A montanha ficou grande demais para o Brasil escalar em apenas dez minutos. Assim, apesar de a seleção ter equilibrado o jogo e até vencido o último quarto por 22 a 17, não deu para buscar o placar.

Jornalista com mais de 20 anos de profissão, mais da metade deles na área de esportes. Está no OTD desde 2019 e, por ele, já cobriu 'in loco' os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Tóquio, os Olímpicos de Paris, além dos Jogos Pan-Americanos de Lima e de Santiago

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