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Maique, do Paulistano, foi o primeiro atleta a contrair coronavírus no Brasil e falou sobre o processo de recuperação

Coronavírus

Em recuperação, Maique diz: “Vírus não olha profissão”

Maique, do Paulistano, foi diagnosticado com coronavírus no dia 18 de março e chegou a ser internado, mas está evoluindo no processo de recuperação

Maique chegou a ser internado, mas já está de volta aos treinos (Foto: William Oliveira/Paulistano)

Em recuperação, Maique diz: “Vírus não olha profissão”

O pivô Maique, do Paulistano, foi o primeiro atleta a contrair coronavírus no Brasil. Duas semanas após testar positivo, o jogador de 27 anos tem evoluído no processo de recuperação e fez um apelo a todos.

“Sou um atleta de rendimento, mas antes de tudo sou um ser humano. O vírus não olha profissão, gênero ou raça, então todos nós devemos tomar um cuidado muito grande. Nesse momento uma mensagem que deixo para todos é: vamos seguir as orientações dos médicos, ficar em casa e cuidar dos idosos, que fazem parte da área de risco . Juntos somos mais fortes e sei que vamos vencer esse vírus”, afirmou em entrevista ao site da Liga Nacional de Basquete (LNB).

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O primeiro atleta a contrair coronavírus no Brasil relembrou quando recebeu a notícia do diagnóstico e destacou o apoio dado pelo Paulistano. O resultado positivo de Maique foi divulgado no dia 18 de março, após o pivô sentir alguns sintomas e ser encaminhado para o hospital, onde ficou internado por quatro dias.

 “Foi um baque, tanto para mim quanto para a minha família, amigos, para o clube. Mas o tempo inteiro o clube foi atencioso comigo, me deu todo o suporte necessário e me levou para um ótimo hospital. Fui bem atendido. O Paulistano tem cuidado de mim muito bem”.

Recuperação

Após duas semanas confinado dentro de casa, Maique segue cumprindo as recomendações médicas, teve uma evolução no processo de recuperação e foi liberado para retornar aos treinamentos físicos.

https://www.instagram.com/p/B97eChPASLu

“Me sinto muito bem e estou evoluindo muito rápido. Nas primeiras semanas foi bem chato, quando tive muita dor de cabeça, febre, garganta ruim, gripe. Me lembro que a primeira noite, de um sábado para um domingo, não consegui dormir e passei em claro, sentindo calafrios e com febre”, disse.

O primeiro atleta a contrair coronavírus no Brasil ainda exaltou a contribuição da mãe em sua melhora. “Estou me mantendo bem firme. Fico isolado dentro do meu quarto e, confesso, está sendo muito difícil. Ficar dentro do quarto, sozinho, é complicado. Minha mãe está aqui comigo, mas em quartos separados. Ela vem sendo a minha base, contribuindo muito para minha recuperação”.

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