O Brasil começou o domingo (12) com o objetivo de garantir vaga na Copa do Mundo de basquete 3×3. O quarteto brasileiro precisava derrotar a seleção da Nova Zelândia na semifinal do Pré-Mundial. No entanto, em um duelo acirrado, a equipe brasileira acabou derrotada por 19 a 17. Apesar disso, o quarteto nacional assegurou a classificação ao vencer a Itália por 21 a 13, com protagonismo de Will Weihermann.
O jogador teve atuação discreta na derrota para a Nova Zelândia, mas não se deixou abalar para o confronto decisivo contra a Itália. Ele anotou nove pontos e marcou a última cesta de dois pontos, garantindo a classificação para o Mundial da categoria. A Copa do Mundo será na Polônia, em julho.
- Pinheiros vence o Paulistano e conquista quinta vitória na Liga Nacional de Polo Aquático
- IBC-RJ e ADEVIBEL-MG garantem vaga nas semifinais do Regional Sudeste I
- Recorde continental e medalhistas paralímpicos marcam abertura do Circuito Nacional de natação
- Equipe masculina do Brasil fica fora do pódio no Pan, mas vai ao Mundial
- Brasil garante cinco vagas nas semifinais de duplas do Sul-Americano de Tênis de Mesa em Santiago
Derrota dolorida para a Nova Zelândia
A seleção brasileira iniciou o dia com a semifinal diante dos neozelandeses, mas encontrou dificuldades defensivas, cedendo rebotes e cometendo falhas na marcação, um dos pontos fortes da equipe na fase de grupos.
O Brasil chegou a estar atrás por 15 a 11, mas buscou o empate nos segundos finais com uma cesta de dois pontos de Léo Branquinho no estouro do cronômetro, levando o duelo para a prorrogação. No tempo extra, que é decidido de forma rápida, um erro de marcação foi decisivo. Will chegou atrasado, e Chris Martin converteu um arremesso de longa distância para encerrar a partida.
Vaga na Copa do Mundo sobre a Itália
Sem tempo para lamentar, a seleção brasileira enfrentou a Itália na disputa pela última vaga na Copa do Mundo, que será realizada na Polônia. A equipe entrou com postura mais firme e retomou a consistência defensiva, característica marcante ao longo da competição. Desde o início, o quarteto brasileiro impôs um ritmo intenso.
O ataque funcionou bem contra a equipe europeia, evidenciando a força do elenco brasileiro, comandado por Léo Branquinho.
Com a vitória, o Brasil garantiu a última vaga e ainda encerrou a competição com números expressivos: melhor ataque (78 pontos), melhor média (19,5 pontos por jogo) e o jogo mais rápido do torneio, na vitória sobre a Itália, que encerrou em 8min27s.