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Presente, passado e futuro da seleção brasileira na UCL

O handebol feminino do Brasil terá presença marcante na próxima edição da Champions League. Seis jogadoras estarão em quadra

Duda Amorim pretende encerrar carreira após a Olimpíada de Tóquio
Duda Amorim é atual tricampeã da Champions League com sua equipe (Instagram dudaamorim18)

O caminho das brasileiras na Champions League de handebol feminino foi definido. Essa edição promete ser uma das mais equilibradas dos últimos tempos e como sempre, contará com diversas estrelas da modalidade, sendo seis delas do Brasil.

Entre os seus nomes temos a multicampeã Duda Amorim, que vai em busca do seu 6 título pelo Gyori ETO, da Hungria. Vamos rever Jéssica Quintino nossa ponta direita com a canhota afiada de volta ao Odense depois de um tempo fora por causa da maternidade.

A goleira Babi Arenhart, que mudou de time esse ano e agora defenderá o Buducnost de Montenegro, afirmou para o Olimpíada Todo Dia anteriormente que o motivo da mudança é querer disputar e conquistar a EHF Champions League, já que seu novo time é bicampeão pelas edições 2011/2012 e 2014/2015.

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Mayssa Pessoa, sua companheira por anos de traves na seleção brasileira, também vai para mais uma edição com o Rostov Don, da Rússia. A paraibana que já conquistou a CL anteriormente pelo Bucuresti, da Romênia (na época com mais duas brasileiras, a central Ana Paula Rodrigues e a ponta esquerda Fernanda França).  

Os últimos nomes são dois destaques para essa edição 2020/21: Chana Masson e Samara Vieira, que vai para a sua segunda edição do campeonato, depois de uma ótima temporada na Romênia, vai defender as cores do Krim Mercator da Eslovênia. Já Chana Masson, um dos nomes mais conhecidos do handebol feminino brasileiro, com 4 olimpíadas na carreira, volta para a Champions League defendendo o CSKA da Rússia. 

Nome histórico na seleção

De todos os nomes, Chana foi a que vestiu a camisa da seleção mais cedo, 1998 e se aposentou em 2013, pouco tempo depois da amarga derrota em Londres para a Noruega, nas quartas de final, vai para a sua quarta Champions League, depois de cinco edições fora da competição. 

“Estou muito feliz de voltar a jogar essa competição. Especialmente porque o time/clube tem a ambição de chegar ao final 4. Sabemos que será difícil, mas acredito que a equipe tem condições. Vamos jogar jogo a jogo”, completou Chana.

Chana Masson, representante do handebol feminino do Brasil na Champions League
Chana com a camisa do seu novo time (Divulgação)

Mayssa tambem é uma goleira que acabou aposentando a camisa nacional, mas não exita jogar por outro país para jogar com mais chances de título; sendo os nossos dois nomes do passado da amarelinha.

Já Babi e Duda, são figuras que nos acostumamos a ver nos últimos anos pela seleção do Brasil e que completam 34 anos esse ano. Isso nos leva a pensar que deverão abrir espaço para as mais novas dentro de alguns anos. 

Jessica, que deve ter oportunidades de novo com a equipe nacional, e Samara são possíveis nomes que vamos começar a ver com mais frequência nas convocações de Jorge Dueñas. A seleção está passando por uma fase de renovação, e atletas com experiência de Champions League agregarão nessa mudança. 

O passado, presente e futuro do handebol feminino do Brasil em uma edição da Champions League não é sempre que acontece. Não deixe de acompanhar as nossas meninas.

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