Olha, uma final épica e repleta de significados coroou a seleção turca com o bicampeonato seguido do Europeu de vôlei feminino. A consagração da Turquia veio diante de um ginásio ensandecido em Istambul, onde o time derrotou ninguém menos que a Itália na final. Mas a batalha que garantiu também vaga para os Jogos Olímpicos de Los Angeles-2028 só terminou após cinco sets e virada. O 3 a 2 (16/25, 25/22, 12/25, 25/21 e 15/10) confirmou que as duas equipes vão fortes para lutar por medalhas e pódio olímpico. Brasil está nessa briga e quem pode ficar de fora é os Estados Unidos, atual medalhista de prata.
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Para chegar à final, a seleção turca derrotou a também forte Sérvia, por 3 sets a 0 (25/20, 25/19 e 25/20). Enquanto a seleção italiana encontrou um pouco mais de resistência por parte da Polônia, 3 sets a 1 (duplo 25/19, 21/25 e 25/16). Esses foram os duelos que ocorreram no sábado (05) e determinaram sérvias e polonesas na disputa de bronze, além de confirmar o favoritismo para a final.
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Se a Itália é temida por ser a última campeã olímpica e vencer três VNLs nas últimas cinco edições, a Turquia também firmou-se como potência, sobretudo, ao longo destes dois últimos ciclos. A seleção turca perdeu o bronze olímpico para o Brasil, mas venceu a VNL e o Europeu em 2023. Nem é preciso recordar da dolorosa derrota brasileira na final da VNL da edição de 2026.
Apesar da Itália ter dominado os sets 1 e 3, a Turquia demonstrou uma força mental notável para reagir a cada desvantagem e, no tiebreak, apresentou uma atuação magistral, em grande parte graças à MVP Melissa Vargas. Ela e Egonu marcaram 28 pontos cada.



