Após sete anos, o Brasil está de volta ao pódio do Campeonato Mundial de Clubes de vôlei feminino. Nesta quinta-feira (11), Osasco São Cristóvão Saúde e Dentil Praia Clube garantiram a vaga na semifinal da competição, que neste ano está sendo realizada em São Paulo. Assim, o voleibol brasileiro tem garantido pelo menos uma medalha de bronze na competição.
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O Brasil é o segundo país que mais ganhou medalhas na história do Mundial de Clubes de vôlei feminino. Mas os times do país estavam na seca desde 2018. Na ocasião, o Minas Tênis Clube foi vice-campeão mundial, perdendo na final para o Vakifbank da Turquia. Mas com o aspecto financeiro favorecendo os times europeus, os clubes brasileiros ficaram fora do top-3 da competição nas últimas edições.
Medalhas brasileiras
Ao todo, o voleibol brasileiro conta com três títulos no Mundial de Clubes de Vôlei Feminino, além de mais sete medalhas de prata e três de bronze. Nas edições iniciais do torneio, na década de 1990, o Brasil foi campeão com os extintos Sadia Esporte Clube (1991) e com o Leite Moça/Sorocaba (1994). O terceiro título veio após o Mundial de Clubes ser retomado a partir de 2010. Em 2012, o Osasco venceu a competição, com um elenco que contava com cinco jogadoras que tinham acabado de ganhar os Jogos Olímpicos de Londres com a seleção brasileira.
O Osasco já foi cinco vezes ao pódio do Mundial de Clubes de vôlei feminino, com um ouro, duas pratas e dois bronze. Para o Praia Clube seria um feito inédito. A equipe já chegou na semifinal do Mundial em 2018, 2023 e 2024, mas nas três edições ficou no quarto lugar.
As semifinais do Mundial de Clubes de Vôlei Feminino 2025 acontecem no sábado (13), com dois duelos entre Brasil e Itália. O Osasco São Cristóvão Saúde encara o Imoco Conegliano, equipe de Gabi Guimarães, capitã da seleção brasileira, às 16h30. O outro jogo vai ser entre Dentil Praia Clube e Savino del Bene Scandicci, com início marcado para 13h. Cazé TV e VBTV transmitem os jogos.