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Oposta sueca vira brasileira durante o Mundial de Clubes de vôlei



Conheça Isabelle Haak da Silva: oposta sueca do Imoco Conegliano foi adotada pela torcida brasileira no Mundial de Clubes e ganhou até RG com seu nome



Isabelle Haak da Silva posa para foto com seu RG
(Foto: Reprodução/Instagram)

Um dos maiores nomes do vôlei mundial na atualidade é a oposta sueca Isabelle Haak. Ela atua no Imoco Conegliano, da Itália, e é uma das principais atacantes do time que é o favorito ao título do Mundial de Clubes de vôlei feminino, que acontece nesta semana em São Paulo. Companheira de time de Gabi Guimarães há muitos anos, a sueca já é conhecida do torcedor brasileiro e ganhou até um RG com seu novo nome: Isabelle Haak da Silva.

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Isabelle Haak e Gabi Guimarães já jogaram juntas no Vakifibank Istambul da Turquia e voltaram a estar no mesmo time em 2024, com Gabi mudando para o Imoco Conegliano. As duas sempre aparecem juntas nas redes sociais. Algumas semanas atrás, a brasileira postou um vídeo onde fazia brigadeiro para levar para sua colega de clube e vizinha.

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Um post compartilhado por Gabriela Guimaraes (@gabiguimaraes10)

Com a Suécia não tem uma seleção competitiva, vários torcedores já pediram nas redes sociais que Haak se naturalizasse brasileira. Durante o Mundial de Clubes, os voleifãs concretizaram a brincadeira e deram até um RG com o nome brasileiro da sueca: Isabelle Haak da Silva. Perguntada sobre isso, ela diz que não pensa em jogar na nossa seleção, mas poderia algum dia jogar na Superliga. “Já recebi dois RGs desses. Então sou realmente brasileira agora. Jogar na seleção brasileira eu acho que não não, mas em talvez em algum clube daqui, nunca se sabe”, brincou a sueca.

Ela gosta de barulho e de açaí

Isabelle Haak ataca bola em jogo do Imoco Conegliano no Mundial de Clubes de vôlei feminino
(Foto: Volleyball World)

Com Gabi no time, o Ginásio do Pacaembu ficou todo a favor do Conegliano. E Isabelle Haak gostou da energia emanando da arquibancada. “É muito legal jogar aqui diante dos fãs brasileiros. Eu gosto de uma torcida barulhenta. Mesmo se em outros dias eles não torçam pra gente, vai ser legal”, comentou.

Após comer o brigadeiro, ainda na Itália, Haak já tem aproveitado outras iguarias brasileiras em São Paulo: “A gente tomou umas tigelas de açaí, pão de queijo, tapioca. Várias dessas comidas a Gabi me mostrou e eu gostei. Toda comida daqui é muito boa.”

Jornalista formado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e viciado em esportes

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