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Luizomar anuncia Mundial de Clubes em São Paulo; ginásio ainda é impasse



São Paulo receberá o Mundial de Clubes de Vôlei Feminino entre 8 e 14 de dezembro, com Osasco e Praia Clube representando o Brasil.



Osasco x Tijuca - Superliga Feminina de vôlei
Foto: @osascovoleibolclube/@carol_fotografi

A cidade de São Paulo foi confirmada como sede do Mundial de Clubes de Vôlei Feminino de 2025, que será realizado entre os dias 8 e 14 de dezembro. A competição reunirá as oito melhores equipes do planeta e contará com dois representantes brasileiros: Osasco e Praia Clube. A informação foi divulgada pelo técnico Luizomar de Moura após a vitória do Osasco sobre o Sorocaba pela Superliga Feminina, no Ginásio José Liberatti, neste sábado (25).

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Esta será a terceira vez que São Paulo receberá o Mundial de Clubes de Vôlei Feminino, três décadas após as edições de 1991 e 1994. Em ambas as ocasiões, times paulistas ficaram com o título: o Sadia na primeira e o Sorocaba na segunda. Desde então, apenas o Osasco voltou a colocar o Brasil no topo, ao conquistar o título mundial em 2012, no Catar.

O Osasco garantiu vaga por ser o clube anfitrião do evento, enquanto o Praia Clube assegurou presença ao vencer o Campeonato Sul-Americano deste ano. A expectativa é que a Federação Internacional de Voleibol (FIVB) oficialize a sede nos próximos dias.

Mundial de Clubes no Pacaembu?

Apesar da definição da cidade, o local das partidas ainda gera impasse. De acordo com o jornalista Bruno Voloch, o Ginásio do Ibirapuera e o Wlamir Marques não vão estar disponíveis no período. Além disso, outras arenas, como Hebraica e Paulistano, já foram descartadas. A opção mais provável é o Ginásio Poliesportivo do Pacaembu, reinaugurado em fevereiro de 2025, com capacidade para cerca de 3 mil pessoas.

A escolha da capital paulista se deve ao investimento da Prefeitura, que viabilizará a realização do torneio. Casa do Osasco, o Ginásio José Liberatti chegou a ser cogitado, mas foi descartado porque o evento precisa ocorrer dentro dos limites da cidade de São Paulo.

Jornalista recifense formado na Faculdade Boa Viagem apaixonado por futebol e grandes histórias. Trabalhando no movimento olímpico e paralímpico desde 2022.

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