Após a medalha de prata na Liga das Nações (VNL) de vôlei feminino, o Brasil já iniciou preparação de olho no Campeonato Mundial 2025, que acontecerá na Tailândia, de 22 a 27 de agosto. O evento reúne 32 equipes nacionais divididas em oito grupos de quatro times, com a seleção brasileira integrando o Grupo C juntamente com Grécia, adversário da estreia, França, rival da segunda rodada, e Porto Rico, último oponente da chave. O técnico Zé Roberto Guimarães já fez a convocação para essa competição e manteve a lista com quatro opostas. Porém, o treinador rechaça essa definição e explica “confusão”.
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“Tem algumas jogadoras, e essa é uma confusão que o pessoal faz, que também pode fazer a ponta. Por exemplo, a Jheovana jogou na posição quatro (ponteira) no Paulista. E ela pode jogar ali, assim como a Rosamaria, que também podem jogar como ponteira. Então, essa versatilidade é importante. Portanto, não são quatro opostas, pois são atletas que podem atuar nas duas posições”, explicou Zé Roberto. As atletas Rosamaria, Tainara e Jheovana possuem vivências jogando como ponteira, mas, nos últimos anos, elas têm atuado com mais frequência como oposta. Kisy é a única que, entre elas, só atua de oposta.
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Zé Roberto elogia destaques individuais
Alguns técnicos não gostam de falar sobre atletas no aspecto individual, priorizando os desempenhos coletivos. Mas, individualmente, a central Julia Kudiess, que alcançou o recorde da Carol em bloqueios em uma única edição da VNL, com 63 tocos, e a líbero Marcelle, que impressionou pela desenvoltura que entrou e atuou com a camisa da seleção brasileira, se destacaram na competição. Ao contrário de outros treinadores, Zé Roberto analisou as performances delas com enorme tranquilidade e elogiou suas duas jovens comandadas.
“A Marcelle teve um comportamento muito positivo durante todos os jogos e os jogos decisivos porque ela participou da terceira etapa, no Japão, e depois participou da etapa decisiva, da quarta etapa, já começando o jogo. E teve um comportamento muito legal. É bom ver jogadoras jovens com essa desenvoltura, tendo essa responsabilidade pela frente e saber como administrar. Acho que o time ajudou pelo comportamento que teve. Isso foi muito legal de ver”, destacou Zé Roberto sobre a líbero, que disputou posição do Laís e Kika.
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“Já a Julia Kudiess, que entrou na seleção do campeonato, também teve atuações muito boas, eficientes nos fundamentos que ela mais atuou. Mas isso é legal porque o Brasil é um time jovem, que precisa de experiência, precisa jogar. Mas, a gente viu que precisa de muito mais coisas para poder jogar contra as melhores seleções do mundo”, completou o treinador ao avaliar a central, que tem Diana, Lorena e Luzia como concorrentes.