A Liga das Nações (VNL) de vôlei masculino terminou no domingo (3) e o Brasil fechou sua participação com sua primeira medalha de bronze na história. A competição acabou com o segundo título da Polônia (2023 e 2025) e o primeiro vice-campeonato da Itália. A seleção brasileira fez boa campanha, com 13 vitórias e apenas duas derrotas, e teve alguns destaques individuais. Um deles foi o Maique, que entrou na seleção do campeonato como melhor líbero. O jogador finalizou o torneio como melhor defensor, com 119 defesas, 34 a mais que o ucraniano Boiko, atleta da mesma posição.
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Além de liderar a VNL no sistema defensivo, Maique finalizou a trajetória dele no evento como um dos grandes nome na recepção. A líbero da seleção brasileira entregou 88 passes perfeitos e cometeu apenas 17 erros, ficando na segunda colocação neste fundamento. Ele ficou atrás apenas do ponteiro holandês Tom Koops, líder no quesito com 106 recepções na mão do levantador e o mesmo número de falhas do atleta do Brasil. Maique entra no time ideal da Liga das Nações junto com o levantador Giannelli (Itália), os ponteiros Léon (Polônia) e Michieletto (Itália), o oposto Sasak (Polônia), e os central Kozamernik (Eslovênia) e Kochanowski (Polônia). Kochanowski também foi escolhido o MVP da competição.
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Conquista do bronze
O Brasil fechou sua campanha na Liga das Nações de vôlei masculino com vitória. No domingo (3), a seleção brasileira ganhou a medalha de bronze ao derrotar a Eslovênia na disputa pelo terceiro lugar. O time capitaneado pelo ponteiro Lucarelli, titular apenas pela segunda vez na VNL, venceu, de virada, por 3 sets a 1, parciais de 23/25, 25/20, 25/23 e 25/19. No duelo entre irmãos, os opostos do time verde-amarelo, Alan e Darlan, levaram a melhor diante dos eslovenos Toncek Stern, igualmente oposto, e Ziga Stern, ponteiro. Juntos, os dois comandados por Bernardinho fizeram 22 pontos contra 15 dos rivais.
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Alan terminou como líder do Brasil em acertos, com 18 pontos. O jogador se destacou no ataque, com 16 bolas no chão, e fez mais um em bloqueio e saque. Já Darlan contribuiu com quatro, mas um deles sendo o ace decisivo para o 25 a 23 da terceira parcial. O central Matheus Pinta também atingiu dois dígitos na pontuação, com 11. Do lado da Eslovênia, o ponteiro Mozic foi o maior pontuador do duelo, com 21. No âmbito coletivo, as duas seleções apresentaram equilíbrio no ataque, com pequena superioridade dos eslovenos (49 a 48). Porém, a seleção brasileira se impôs no jogo com bloqueio (11 a 7) e aces (5 a 2).