A capitã Gabi mostrou pela primeira vez seu talento na temporada de seleções de 2025. Após merecidas férias prolongadas em comparação com as companheiras, a camisa 10 fez sua melhor atuação desde que voltou à ação. Conduzido por ela e pela ponteira Julia Bergmann, o Brasil se impôs diante da Polônia e venceu confronto direto por posições na parte de cima da tabela da Liga das Nações (VNL) de vôlei feminino. As atletas comandadas por Zé Roberto Guimarães fizeram 3 sets a 1, parciais de 25/22, 25/21, 21/25 e 25/22. O time verde-amarelo se consolida na vice-liderança com dez vitórias e uma derrota.
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Estreia de Gabi como protagonista
Gabi terminou como principal protagonista pela regularidade nos quatro sets e liderou a pontuação do Brasil no jogo com 24. Porém, a capitã não foi a única que se destacou. A primeira parcial foi toda de Julia Kudiess que, no final, somou 14 acertos. No segundo, o maior nome foi a ponteira Julia Bergmann, que concluiu o duelo com 22 pontos. Além das três, a oposta Tainara também teve atuação relevante no triunfo com crescimento gradativo e, igualmente, com dois dígitos em bolas no chão: dez. Pelo lado da Polônia, a oposta Stysiak liderou a pontuação com 15, dois a mais que a ponteira Lukasik, com 13.
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No aspecto coletivo, as comandadas de Zé Roberto finalizaram o confronto com a Polônia ganhando em dois dos três fundamentos que geram pontuações. O Brasil marcou 60 pontos em ações de ataque contra 47 das polonesas e comandou em bloqueios com cinco a mais: 16 a 11. A seleção brasileira ficou abaixo em comparação com o rival europeu somente no saque, perdendo por seis a quatro em aces e também no desempenho. Individualmente, Julia Bergmann foi quem mais pontuou ofensivamente, com 20, e Julia Kudiess liderou em tocos, com seis. O Brasil errou mais no jogo: 26 a 16.
Julias em excelência e Gabi consistente
O Brasil largou na frente contra a Polônia com autoridade. O principal nome do primeiro set foi Julia Kudiess, que brilhou no bloqueio com quatro pontos e ainda contribuiu no ataque com mais três acertos, sendo peça-chave no 25 a 22 com sete acertos no total, a primeira em pontuação entre as duas seleções. Gabi também teve atuação sólida, somando quatro de ataque e dois de bloqueio. No fundo de quadra, a defensora Marcelle se destacou na recepção, com três passes perfeitos em oito tentativas e nenhuma falha. Pelo lado polonês, a protagonista foi a oposta Stysiak, com quatro acertos. Ações ofensivas (13 a 11) e bloqueios (6 a 4) pesaram para o Brasil assumir a dianteira no marcador
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Se o primeiro teve Julia Kudiess como condutora, o segundo foi a vez da xará Julia Bergmann liderar o Brasil no 25 a 21 favorável, com seis acertos. Assim como na parcial inicial, Gabi mostrou consistência e deu apoio para sua parceira de ponta da mesma forma que havia dado para a central na série de abertura do jogo, com os mesmos seis. E, para fazer 2 a 0, a seleção brasileira teve que mostrar poder de reação, já que saiu com 7 a 1 contra com inconstância na recepção atrapalhando. Mas, Julia Bergmann comandou a recuperação e o time verde-amarelo se aproximou, virou e se consolidou na dianteira até fecharem. E coube a ela o ponto final em ataque pela ponta. O ataque foi determinante com vitória por 17 a 13.
Sobrevivência polonesa antecede vitória brasileira
A Polônia reagiu no terceiro set e diminuiu a vantagem do Brasil na partida válida pela Liga das Nações, em Chiba. Com bom desempenho ofensivo de Lukasik, que anotou oito pontos, sendo seis de ataque e dois de saque, as polonesas fecharam em 25 a 21. A seleção polonesa ganhou principalmente pela evolução no ataque, liderando neste fundamento por cinco: 16 a 11. Do lado brasileiro, Julia Bergmann foi a maior pontuadora da parcial com cinco acertos, enquanto Diana contribuiu com boas jogadas pelo meio. Apesar do equilíbrio, o Brasil não conseguiu acompanhar o alto nível da Polônia, que cresceu na reta final e venceu.
Ao contrário dos dois sets anteriores, o Brasil iniciou bem o quarto. Na liderança do marcador desde o começo, a seleção brasileira mostrou força ofensiva aproveitando bem ataques e contra-ataques (XX a XX), principalmente com Julia Bergmann. A camisa 17, novamente, foi a melhor em quadra, na dianteira em acertos: XX. O bloqueio do selecionado verde-amarelo também apresentou superioridade em comparação com a Polônia (X a X). No momento decisivo, Gabi apareceu colocando no chão dois ataques: 19 a 15 e 20 a 16. As polonesas chegaram a ameaçar reduzindo para 23 a 22, mas Julia Kudiess fechou a porta e finalizou o set em 25 a 22 em bloqueio e o jogo em 3 a 1.