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Ana Cristina elogia entrosamento e Jheovana busca seu máximo



Duas jovens vivem experiências distintas na seleção brasileira que se prepara para a Liga das Nações de 2025. Ana Cristina é uma das referência do time, enquanto Jheovana realiza ‘sonho’ no time adulto



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Ana Cristina é uma das referências do Brasil que se prepara para a Liga das Nações de 2025 (Foto: FIVB/Divulgação)

Falta exatamente uma semana para a estreia do selecionado feminino do Brasil na Liga das Nações (VNL) de 2025. Na próxima quarta-feira (5), o time brasileiro enfrenta a República Tcheca no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, às 17h30. O elenco comandado pelo técnico Zé Roberto Guimarães segue o período de treinos intensos visando o torneio e duas jovens jogadoras vivenciam experiências diferentes. Com apenas 21 anos, a ponteira Ana Cristina é uma das referência da equipe com duas medalhas olímpicas no currículo: prata em Tóquio-2020 e bronze em Paris-2024. Mesmo três anos mais velha, a oposta Jheovana, 24, realiza o ‘sonho’ de estar na seleção adulta.

Na primeira semana da Liga das Nações, no Rio de Janeiro, o Brasil enfrenta ainda mais três adversários além da República Tcheca, Após a estreia, as comandadas de Zé Roberto duelam, pela ordem, diante de Estados Unidos, na quinta-feira (5), às 21h, Alemanha, no sábado (7), às 13h30, e a atual campeã olímpica Itália, no domingo (8), às 10h.

Juventude só na idade

Ainda sem a capitã Gabi, o Brasil se prepara para a primeira semana da Liga das Nações. A camisa 10 ganhou um tempo a mais de folga após a cansativa temporada europeia, quando foi campeã de tudo com o Conegliano-ITA. Com a ausência dela, Ana Cristina é uma das atletas com mais experiência com a camisa do Brasil, juntamente com as levantadoras Macris e Roberta e a oposta Rosamaria. Desta forma, a atleta que atua pelo Fenerbahçe, da Turquia, se tornou uma porta-voz da seleção brasileira e destacou a evolução do entrosamento.

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“Estou muito feliz com mais esse começo de temporada de seleções. Nós já começamos com tudo, nos preparando para essa próxima Liga das Nações. As expectativas são muito boas, o time está se entrosando, as meninas são muito novas, mas consigo ver que cada uma de nós quer muito estar aqui na seleção, quer muito participar dos campeonatos que a gente tem que participar esse ano. Então, desde o começo, a gente está se preparando da melhor maneira possível para que a gente possa trazer mais e mais vitórias para o nosso Brasil”, afirmou Ana Cristina.

‘Quero alcançar meu máximo’

Com 462 pontos, a oposta Jheovana terminou a Superliga 2024/25 como terceira maior pontuadora. Ela ficou atrás apenas de Kisy, sua rival de posição na seleção brasileira, com 523, segunda colocada, e Ariane, líder em acertos da competição nacional com 524. A atleta do Flor de Ypê Paulistano Barueri atuou apenas até às quartas de final, mesma situação da atacante do Fluminense. Somente Kisy chegou até a semifinal pelo Gerdau Minas. Com esse desempenho consistente, a jogadora de 1.94m, nascida em Américo Brasiliense, em São Paulo, ganhou uma oportunidade de Zé Roberto.

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“Estou muito feliz. Faz muito tempo que não piso em Saquarema. Realização de um sonho, como venho falando. Estou muito contente com a oportunidade que estou tendo, espero aproveitar. Amei o centro, está muito bonito. Quero alcançar meu máximo. Não sei qual vai ser o meu máximo, mas quero alcançar ele. A expectativa está altíssima. As meninas sempre comentam muito sobre o campeonato. Espero fazer parte”, destacou Jheovana.

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