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Sem Wimbledon, Marcelo Melo treina durante quarentena em meio à pandemia de coronavírus tênis

Coronavírus

Melo admite tristeza, mas apoia cancelamento de Wimbledon

Campeão na grama londrina, nas duplas, em 2017, Melo lamenta cancelamento em meio à pandemia

Marcelo Melo durante a quarentena em meio à pandemia - Foto: Reprodução/Facebook

Melo admite tristeza, mas apoia cancelamento de Wimbledon

Principal tenista brasileiro da atualidade, Marcelo Melo se pronunciou sobre o cancelamento da edição deste ano do torneio de Wimbledon, uma das quatro maiores competições do circuito, os chamados Grand Slams. A competição, cancelada em função da pandemia do novo coronavírus (covid-19), não será disputada pela primeira vez desde 1945, último ano da Segunda Guerra Mundial.

“É uma notícia triste para nós, tenistas, e para os fãs do torneio e de tênis. É um dos meus torneios favoritos, principalmente depois do título (de duplas) que a gente (ele e o polonês Lukasz Kubot) teve lá em 2017. Mas, a gente entende que a situação é adversa. Agora não tem realmente como ir lá (Londres, Reino Unido) jogar o torneio. Vamos ter que esperar mais um ano para voltar ao templo sagrado”, declarou o tenista em entrevista para Lincoln Chaves, Repórter da TV Brasil e da Rádio Nacional.

Antes da pandemia, Marcelo Melo e Lukasz Kubot foram campeões em Acapulco. Dupla tentaria o bicampeonato em Wimbledon
Marcelo Melo e Lukasz Kubot campeões em Acapulco – Foto: Reprodução/Facebook

Pausa forçada

Marcelo Melo, 36 anos, não joga desde 24 de fevereiro, quando foi campeão de duplas no ATP de Acapulco (México) ao lado de Kubot. Na ocasião, eles venceram os colombianos Robert Farah e Juan Sebastian Cabal. Atualmente os colombiano são os melhores paceiros do ranking mundial. O brasileiro está nos Estados Unidos, em Tampa, na Flórida, para onde viajou no início de março após o título, mas os torneios que jogaria foram cancelados.

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“Não tenho certeza de quando a gente voltará a jogar”, reconhece Marcelo Melo, após a ATP ter prorrogado a suspensão do circuito até, pelo menos, 13 de julho por causa da pandemia. “A gente espera que essa situação termine o quanto antes para voltar às quadras”, concluiu o atleta, atualmente em quinto no ranking mundial de duplas.

Antes dele, o Brasil já havia alcançado o topo em Wimbledon com Maria Esther Bueno. A tenista, que faleceu em 2018, foi tricampeã de simples (1959, 1960 e 1964) e pentacampeã de duplas (1958, 1960, 1963, 1965 e 1966) no torneio britânico.

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