Na liderança do ranking da Liga Mundial de Surfe (WSL), Yago Dora chega à etapa de Teahupo’o, no Taiti, com boas expectativas para manter o seu momento na temporada. Em coletiva promovida pela WSL, o brasileiro destacou a importância de competir usando a lycra amarela pela primeira vez na carreira, mas também falou da pressão de liderar na último evento classificatório.
+ SIGA O OTD NO YOUTUBE, TWITTER, INSTAGRAM, TIK TOK E FACEBOOK
“Eu estou muito animado para estrear a lycra amarela. É um momento muito especial e acho que um momento muito bom para estar assumindo a sua liderança e estar usando, indo para as próximas duas etapas, que é aqui em Teahupoo e depois Fiji, que são ondas que eu me identifico muito. Eu sinto que encaixam para o meu surfe, é o tipo de surfe que eu gosto de fazer e com certeza”, afirmou.
@otd_oficial 🌊 Yago Dora pronto para Teahupo’o! Líder do ranking da WSL, o brasileiro chega ao Taiti com chances reais de garantir a lycra amarela no Finals 🔥 Atualmente na liderança do ranking, Dora precisa chegar à final da Etapa da WSL em Teahuppo para garantir a lycra amarela em Fiji. Dessa forma, ele só precisaria vencer uma bateria para se tornar campeão mundial. O evento no Taiti tem a primeira chamada marcada para esta quinta-feira (7), a partir das 14h (de Brasília). 📹 @wslbrasil ♬ som original – Olimpíada Todo Dia
“Teahupoo é uma etapa bem desafiadora. Acho que apesar de ser uma onda perfeita, é uma onda de alta consequência, então tem muito risco envolvido e a gente tem que estar com a atenção redobrada nesses momentos. Eu sinto que tenho o meu pontinho ali certo no line up, que consigo pegar as ondas boas e eu estou confiante, estou feliz de estar aqui”, ressaltou.
Mudando de patamar
Yago Dora faz a sua melhor temporada na elite da WSL. O estreou no Championship Tour (CT) em 2018 e foi campeão de duas das três que tem na carreira em 2025. Por enquanto, as vitórias em Peniche e Trestles, além do vice em J-Bay, foram os ápices da campanha que fez o brasileiro liderar o ranking pela primeira vez.

“Claro que tem a pressão de manter a liderança do ranking, mas, ao mesmo tempo, vejo pelo lado que não tenho a pressão de ter que lutar pela minha vaga nas finais. Isso já está garantido e pelo menos (eu estarei) entre os três primeiros do ranking isso já é uma garantia. Então, essa pressão pelo menos não está em mim. Só tem uma das pressões que é de liderar o ranking e estou animado”, concluiu.
O formato atual da WSL prevê 10 etapas na fase classificatória. Após esses eventos, os cinco melhores do ranking garantem vaga no Finals, que acontece em Fiji, entre o final de agosto e início de setembro. Nela, o campeão mundial será decidido em após confrontos entre o líder contra o vencedor de uma chave que reúne do 2º ao 5º colocados.
Até o ano passado, a final era definida em uma melhor de três baterias. Contudo, a WSL mudou a regra e agora será apenas uma. Dessa forma, o dono da camisa amarela no Finals só irá precisar vencer uma bateria para conquistar o título mundial. O evento no Taiti tem a primeira chamada marcada para esta quinta-feira (7), a partir das 14h (de Brasília).