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Isadora Pacheco defende título e recorde de pódios no STU National Criciúma



Única atleta a figurar entre os três melhores em todas as edições realizadas na cidade, skatista aposta na fluidez da pista para brilhar a partir desta sexta-feira.



Isadora Pacheco, STU National Criciúma
Foto: Julio Detefon/STU

Das quase cem personalidades do skate que já desbravaram as pistas do Parque da Prefeitura, apenas uma detém a marca da consistência absoluta. Isadora Pacheco, representante do Brasil nas Olimpíadas de Tóquio e Paris, é a única atleta a subir ao pódio em todas as cinco edições do STU National em Criciúma. Natural de Florianópolis e aos 21 anos, ela se prepara para defender seu reinado na etapa que começa nesta sexta-feira (10).

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A trajetória até o topo

A história de Isadora Pacheco com Criciúma começou a ser escrita em 2021, com um terceiro lugar na modalidade Park. O que parecia ser apenas uma boa estreia se transformou em uma dinastia: foi vice-campeã em 2022, somou mais dois terceiros lugares em 2023 e 2024, até que o ápice veio na temporada passada. Em 2025, Isadora finalmente conquistou o título, em uma final decidida apenas na última volta.

“Criciúma é muito especial pra mim, onde consegui construir uma história bem consistente dentro do STU. Subir no pódio em todas as edições é algo que valorizo muito, mostra o quanto me sinto bem competindo ali. Cada ano um aprendizado diferente, desde os terceiros lugares, o vice, até chegar ao título no ano passado. Ainda mais do jeito que foi, decidido na última volta. Então, é um lugar que tem um significado bem forte”, revelou a skatista.

O segredo da consistência

Embora a cidade tenha visto campeãs como Dora Varella, Raicca Ventura e Sofia Godoy, nenhuma manteve a regularidade de Isadora. Para a catarinense, a conexão com o design da pista local é o fator determinante para o sucesso.

“A pista de Criciúma é muito boa, bem fluida, dá para andar com velocidade e montar linhas bem legais. Eu curto bastante esse tipo de pista, que permite a criatividade e, ao mesmo tempo, que eu mantenha uma consistência. Sinto que combina bem com o meu jeito de andar, de conectar as manobras e usar bem os espaços. Isso me deixa mais confortável e confiante para soltar todo o meu skate. Que eu possa ser feliz de novo”, projetou a atleta.

Jornalista em formação apaixonado por esportes. Movido pela análise e pelas histórias por trás dos placares. Porto Alegre, RS

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