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Brasil fatura cinco pratas na Copa do Mundo de ciclismo paralímpico na Bélgica



O ciclismo de estrada paralímpico brasileiro somou três pratas nesta quinta-feira (30) na Bélgica, chegando a cinco medalhas na etapa



Brasil fatura cinco pratas na Copa do Mundo de ciclismo paralímpico na Bélgica
Gilmara do Rosário em disputa na etapa de Copa do Mundo em Gistel, na Bélgica (Foto: Divulgação/JB Benavent)

O ciclismo de estrada paralímpico brasileiro já soma cinco medalhas na etapa da Copa do Mundo da Bélgica, realizada nacidade de Gistsel. Nesta quinta-feira (30), Victoria Barbosa (C1), Gilmara Rosário (H2) e Jéssica Ferreira Messali (H3) conquistaram três medalhas de pratas.

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Na classe C1 (atletas que usam bicicletas convencionais), Victoria Barbosa foi a vice-campeã do contrarrelógio após completar a disputa com o tempo de 23min58s82. A brasleira só ficou atrás da chinesa Wangwel Qian, que faturou o ouro com a marca de 18min11s98.

Já pela classe H2 (atletas que utilizam handbikes, bicicletas impulsionadas com as mãos), Gilmara completou a prova de resistência, de 29.4km de distância, com o tempo de 1h30min34s. Ela terminou atrás somente da tailandesa Patcharapha Seesen, que venceu com 1h23min13s.

Também na prova de resistência, Jéssica subiu no pódio da classe H3 (handbikes). No trajeto de 49.8km, a brasileira fez o tempo de 1h29min24s, atrás apenas da francesa Anaïs Vincent, campeã com o tempo de 1h26min32s.

Chaman em 5º lugar

Além do trio medalhista, outro brasileiro em ação nesta quinta-feira. Entretanto, ficou perto de um lugar no pódio. Lauro Chaman fechou com o 5º lugar na prova contrarrelógio da classe C5 (bicicletas convencionais), marcando 26min14s57.

Duas pratas na estreia

No primeiro dia da etapa belga da Copa do Mundo de ciclismo de estrada paralímpico, Gilmara do Rosário e Jéssica Messali conquistaram as primeiras medalhas de prata do Brasil. Os pódios vieram nas provas de contrarrelógio das classes H2 e H3, respectivamente.

*Com informações do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB)

Jornalista recifense formado na Faculdade Boa Viagem apaixonado por futebol e grandes histórias. Trabalhando no movimento olímpico e paralímpico desde 2022.

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