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Petrúcio e Jerusa lideram Brasil no Mundial de Atletismo Paralímpico



Brasil disputa o Mundial de Atletismo Paralímpico em Nova Déli com 50 atletas. Petrúcio Ferreira e Jerusa Geber lideram a equipe em busca de pódios



Gabriel Garcia, atleta-guia de Jerusa Geber, nas Paralimpíadas de Paris-2024
Gabriel Garcia, atleta-guia de Jerusa Geber, nas Paralimpíadas de Paris (Foto: Wander Roberto/CPB @wander_imagem)

A Seleção Brasileira de atletismo paralímpico terá dois de seus maiores nomes como protagonistas no Mundial da modalidade em Nova Déli, na Índia. A competição acontece entre 26 de setembro e 5 de outubro. O torneio será o primeiro grande compromisso internacional da modalidade após os Jogos Paralímpicos de Paris. Na França, o Brasil conquistou 36 medalhas (10 de ouro, 11 de prata e 15 de bronze).

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Destaques da delegação

O país será representado por 50 atletas e nove atletas-guia, em sua 12ª participação em Mundiais. As provas acontencem no Estádio Jawaharlal Nehru. Entre os destaques, o paraibano Petrúcio Ferreira (T47) chega como o maior vencedor brasileiro na história da competição, com seis títulos mundiais. 

Petrúcio Ferreira - Circuito Paralímpico de Atletismo
Petrúcio Ferreira (Foto: Alessandra Cabral/CPB)

Recordista mundial dos 100m (10s29) e tricampeão paralímpico, ele busca o penta nos 100m. “Isso é muito gratificante na minha carreira. É a realização de muitos sonhos. Estou melhor fisicamente e mentalmente para buscar novas marcas no Mundial”, afirmou.

Já a acreana Jerusa Geber (T11) soma 11 pódios em Mundiais e pode alcançar o feito histórico de se tornar a maior medalhista do Brasil, recorde hoje pertencente a Terezinha Guilhermina (12 medalhas). Atual recordista mundial dos 100m (11s80), Jerusa foi bicampeã em Paris 2023, nos 100m e 200m. “Estamos com muita vontade de chegar nesse Mundial e trazer mais essas duas medalhas para o país, independentemente da cor de cada uma”, destacou.

Outros nomes importantes completam a delegação: Thalita Simplício (T11), com oito pódios; Claudiney Batista (F56), dono de sete medalhas; e Beth Gomes (F53), com seis conquistas. Na história, o Brasil já soma 304 medalhas em Mundiais: 107 de ouro, 90 de prata e 107 de bronze.

*Com informações da Comitê Paralímpico Brasileiro

Jornalista recifense formado na Faculdade Boa Viagem apaixonado por futebol e grandes histórias. Trabalhando no movimento olímpico e paralímpico desde 2022.

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