Perto da cerimônia de abertura dos Jogos Paralímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026, o Brasil se prepara para viver um momento histórico. Com oito atletas já em solo italiano finalizando a preparação, o país marca presença com sua maior delegação de todos os tempos, reafirmando o crescimento constante do movimento paralímpico de inverno nacional.
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Esqui Cross-Country
O esqui cross-country é o pilar dos Jogos de Inverno, presente desde 1976. Em percursos que exigem fôlego e técnica, os atletas competem em classes funcionais, utilizando desde o sit-ski (assento adaptado) até o uso opcional de atletas-guia para competidores com deficiência visual (em classes B2 e B3, o uso do guia é opcional). O Brasil será representado por um grupo de seis atletas: Wellington da Silva, Elena Sena, Guilherme Cruz Rocha, Aline Rocha, Cristian Ribera e Robelson Lula.
Snowboard
Modalidade dinâmica e de grande apelo, o snowboard paralímpico estreou em Sochi-2014. O Brasil conta com dois gaúchos na missão: André Barbieri, que vai para seus segundos Jogos, e Vitória Machado, que faz história como a primeira mulher a representar o país na modalidade. As provas são divididas em duas disciplinas: o snowboard cross (descidas em pistas com saltos e obstáculos) e o banked slalom (contra o relógio).
Biatlo
O biatlo é uma das provas mais desafiadoras, exigindo a transição rápida entre o esforço físico do esqui e a precisão do tiro. Os atletas percorrem distâncias entre 7,5 km e 12,5 km, parando no estande de tiro para atingir alvos a 10 metros de distância. No Brasil, quatro atletas competem no biatlo sentado: Aline Rocha, Elena Sena, Guilherme Rocha e Robelson Lula. Para competidores com deficiência visual, embora não seja o caso da delegação atual, o tiro é auxiliado por sinais acústicos.